espelho-crianca
Pedimos a Deus que Ele  nos permita conhecer as coisas espirituais. Há algo muito mais concreto do que podemos ver.
Anjos, Querubins, Serafins adoram a Deus.
A Bíblia fala do Reino de Deus, estruturado e com leis, porém há o reino das trevas que devemos saber combatê-lo. Também do Espírito que não vemos, mas está em nós e queremos saber mais.
Há uma tendência em crermos somente no que podemos ver, e, por isso, muitos se voltam para a idolatria (fotos, quadros, imagens). É a mesma razão pelas quais muitas pessoas dão valor ao dinheiro, porque é  real, palpável e dá poder.
 
João 9:29 – a Bíblia diz que temos que ter “FÉ”, porque precisamos dessa realidade de entendimento e experiência. Queremos conhecer a Deus, porque o conhecê-Lo nos fortifica e nos aproxima dEle, abre os nossos olhos. Quanto maior o convívio, maior a intimidade.
 
Deus nos chamou e nos propôs uma longa caminhada para a obra se cumprir!
 
Deus é nossa motivação e combustível, sem Ele estamos fadados à seca espiritual.
A razão pela qual estamos na Igreja é para buscá-Lo em todas as áreas, quanto mais próximos estamos dEle e que cada dia nos revela sempre algo novo.
Na busca, Deus permite se revelar de forma gradativa e isso “só” para quem O ama e quer que gastemos tempo com Ele.
Jesus Cristo pregava por parábolas e os discípulos nunca entendiam nada e ficavam indagando.
 
Jesus quer que nos acheguemos a Ele para nos revelar.
 
Direto, incisivo, Jesus falava direto como um pai que estava perdendo a paciência com o filho.
 
MALAQUIAS 1:6-14
 
Malaquias foi o último profeta do Antigo Testamento, após isso Deus fica um período de silêncio.
Há uma página em branco entre o Antigo Testamento e o Novo Testamento. Foi um período de 400 anos que Deus se cala, em que Ele não usou seus profetas para trazer conserto ao povo. Foram 400 anos de silêncio profético, até surgir João Batista.
Malaquias quer dizer mensageiro de Deus que sucedeu Neemias. Assim como todos os profetas, ele também foi levantado por Deus para falar ao povo.
O povo vivia uma decadência após Neemias, época que apesar da cidade estar constituída, o povo começa a viver na apostasia (culto sem vida), faziam cultos que não agradava a Deus.
Malaquias chega para confrontar o povo, não de forma simples, mas como um julgamento em tribunal com direito a defesa e tudo.
O profeta se volta ao povo com um apelo apaixonado para mostrá-los o erro.
Deus diz que o povo não O estava agradando. As ofertas de adoração não chegavam ao altar do Senhor. Era o povo amado, Deus cuidou deles, mas mesmo assim se tornaram rebeldes e “capengavam” espiritualmente.
 
Deus não via valor no culto do povo.
 
Este texto serve de alerta para nós. O povo estava bem e perdeu a constância.
Quantas informações temos de povos que buscavam o avivamento e hoje estão mortos.
Nós não queremos ser uma instituição religiosa.
 
A passagem nos atesta:
 
1º) Deus está dizendo: “Eu sou o Senhor”
O povo estava com a liderança corrompida (a apostasia começa na liderança).
Os sacerdotes haviam perdido a vida com Deus, ensinavam o que era certo, mas caminhavam para outro lado, não viviam o que pregavam.
O julgamento para liderança será outro. Os liderados serão reflexos e influenciados pelos líderes e pecados os atingirão.
 
Se pregarmos uma coisa e vivemos outra, eles terão sérios problemas.
 
O nosso relacionamento com Deus é muito mais importante do que o nosso servir.
Como líderes, temos que ser exemplo e não pedra de tropeço.
 
2º) A liderança começa a racionalizar.
“Deus, em que temos te profanado?”
Pecar e fingir que não está pecando. São aqueles que lutam contra a correção, não a aceita por causa do coração endurecido e não há arrependimento.  São ministrados pelos irmãos, as Palavras falam, mas mesmo assim, não se consertam.
 
Se Deus mostrou o erro, se conserta e pronto! Seja humilde!
 
O povo continuava pecando e achavam que estavam certos.
Versículos 8-10: Temos um Pai que está dizendo que a intenção é boa, mas não é assim.
As ofertas não estavam de acordo devido ao defeito dos animais. Não estavam de acordo com a lei do holocausto, onde o animal deveria ser puro, sem defeito. Se o governador não aceitaria, porque Deus deveria aceitar?
 
Apesar de não sermos um País patriota, respeitamos as nossas autoridades porque sabemos que elas são constituídas por Deus.
 
O Rei dos reis entra na Igreja e nós não temos a mesma reverência.
 
Os presentes eram ofertas. Era isso o que Deus dizia.
A oferta é honrar a Deus, o culto é honra dada a Deus.
Deus disse que não queria, porque o que ofereciam eram restos; não era a primícia que honrava a Deus!
 
A oferta que trazemos em mãos deve revelar o nosso coração;
 
OFERTA =  HONRA
 
Não podemos pensar que estamos oferecendo uma ajudinha para a Igreja com a nossa oferta. Deus não precisa do nosso dinheiro porque ele é o dono da obra e levanta quem Ele quiser para abençoar.
 
O que honra a Deus não é esmola e sim o que é primícia.
 
3º) A vida do adorador tem que vir antes para agradar a Deus.
Se não prestarmos atenção nos alertas de Deus, teremos uma grande tendência à apostasia.
 
Versículo 10: Deus prefere as portas fechadas da Igreja, se dentro dela não houver algo de valor no nosso coração (1 Samuel 15:22 / 1 Samuel 1:13 / Amós 5:21/ Mateus 15:8)
 
O que é pior que o desprezo ao culto?
Obra feita relaxadamente, cansa…
Cultuar a Deus na carne, cansa…
Fazer a obra na carne, cansa…
 
Somos repudiados por Deus no desprezo ao culto.
 
Deus espera ser honrado, Ele é rei e quer ser honrado, Ele quer ser amado.
Deus abençoe!
Ap. Rina – Igreja Evangélica Bola de Neve
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