arvore-morta

“E o Senhor Deus fez brotar da terra toda qualidade de árvores agradáveis à vista e boas para comida, bem como a árvore da vida no meio do jardim, e a árvore do conhecimento do bem e do mal.” (Gn 2:9) “Mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis, para que não morrais.” (Gn 3:3) “E o Senhor Deus fez túnicas de peles para Adão e sua mulher, e os vestiu.” (Gn 3:21).

Muitos de nós em vários momentos plantamos ou deixamos que plantem em nosso coração argumentos e inverdades que nos deixam presos aos verdadeiros caminhos que o Senhor quer que percorramos.

Caminhos esses que aos olhos dos incrédulos são meras coincidências, fruto do acaso, que não têm sentido algum aos olhos mundanos e profanos de nós…pecadores. Mas Deus é um Deus de repreensão e ao mesmo tempo um Deus bom, piedoso e misericordioso.

Adão e Eva no Éden eram seres perfeitos e únicos segundo o coração de Deus. Eram racionais, sentimentais e puros. Seres que habitavam o planeta juntamente com o auxílio de Deus, tinham tanta intimidade que Deus conversava diretamente com eles. Tudo era abundante, transbordava perfeição e tudo do que precisavam tinham em mãos.

Quando o Senhor pediu que ambos não comessem da árvore do conhecimento estava dizendo para eles que não precisavam buscar fora de seus corações o conhecimento do mundo extra Éden. Deus ordenou a eles o princípio da obediência antes do pecado em si, mas em seus corações houve uma brecha e o inimigo a usou, através da serpente, para acalorar esta vontade de sair debaixo da graça de Deus. Este momento direcionou suas vidas longe da autoridade de Deus.

Eles plantaram em seus corações o desejo mundano, profano e arrogante diante do Senhor.

Quando Eva foi levada a comer do fruto proibido (fruto esse que não é maçã) eles ratificaram a criação do abismo, criaram um vácuo espiritual onde só seríamos redimidos quando Jesus morresse na cruz por todos.

Houve uma orientação do Senhor para que eles não tivessem dúvidas do caminho a seguir, mas infelizmente o fizeram…comeram o fruto da árvore, ou seja, assumiram sua independência diante do Deus todo poderoso.

Quando Deus, através do Espírito Santo, nos orienta e nos capacita a enxergar com nossos olhos espirituais, Ele nos auxilia na compreensão das diversas situações que passamos, as que passaremos e até nas situações que não passamos.

A oração e o jejum são as únicas armas que temos para nos blindarmos com o intuito de não criarmos brechas em nossas vidas. Uma mentira ou uma omissão já é combustível que damos ao inimigo para ele se infiltrar em nossas vidas.

A Palavra de Deus diz: “Sede sóbrios, vigiai. O vosso adversário, o diabo, anda em derredor, rugindo como leão, e procurando a quem possa tragar;” (1 Pedro 5:8)

Muitos de nós ainda estamos vagando, ou seja, não deixamos Deus tomar conta 100% de nossas vidas. Deixamos somente áreas onde estamos passando por alguma dificuldade ou algo parecido.

Quando Deus, no Éden, orientou que não comessem da árvore do conhecimento do bem e do mal, Ele estava querendo nos dizer que não era necessário termos a ciência que existia o mal, pois, lembre-se que antes de comerem o fruto não havia pecado!

O agir por impulso, por independência e por desobediência nos levou à condição de pecadores.

Irmãos, quando a palavra diz: “Pois eu bem sei os planos que estou projetando para vós, diz o Senhor; planos de paz, e não de mal, para vos dar um futuro e uma esperança.” (Jeremias 29:11),  nosso Deus exala toda a sua essência e bondade, toda a sua personalidade e seu coração.

Quando Deus expulsa Adão e Eva do Éden ele os abençoa cobrindo-os com pele.  Entendendo melhor: Deus os protege da maldade, das iniqüidades, das penalidades a que agora estamos expostos.

Seu amor é sublime, é complementar a toda a sua fidelidade.

Nos dias de hoje o que significaria esta cobertura de pele dito em Gn 3:21? Significa a proteção espiritual que precisamos obter hoje, significa o jejum, a oração…significa o pagar preço para sermos libertos do pecado.

Significa passarmos pelo teste do tempo, assim como Abraão demorou 25 anos para receber (confirmar) sua benção, ele creu. Mesmo sendo amigo de Deus, mesmo sendo às vezes atrapalhado, trocando os pés pelas mãos ele somente creu. Em nenhum momento teve um coração injusto, em nenhum momento duvidou da graça que o consolaria.

Deixemos de ser incrédulos, assim como o Faraó que pagou pra ver a fúria de Deus sobre o seu povo. Precisamos liberar os cativos que habitam em nós, precisamos liberar nossos temores, traumas que persistem em trazer à tona tudo o que somos; falhas, que insistem em nos trazer dificuldades banais que nos impedem de nos prostrar diariamente ao Senhor.

A infidelidade nos afasta de Deus, nos afasta da presença do Senhor e nos faz comuns aos olhos de nosso redentor.

Guardemos Seu amor em nossos corações e que fiquemos perseverantes na palavra do Senhor para sermos iguais a Abraão. Abraão não possuía fé; era a Fé que o possuía. Portanto, irmãos, deixo essa mensagem de encorajamento e de ousadia a vocês com os seguintes versículos: “Mas a nossa pátria está nos céus, donde também aguardamos um Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará o corpo da nossa humilhação, para ser conforme ao corpo da sua glória, segundo o seu eficaz poder de até sujeitar a si todas as coisas.” (Filipenses 3:20 e 21) 

Thiago Costa (Irmãos.com)

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