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É difícil apenas imaginarmos a situação de alguém sendo flagrado portando drogas, indo para a cadeia e dividindo uma cela com vários detentos. Infelizmente, porém, essa é a realidade de muita gente que começou como em uma brincadeira, usando drogas para se divertir, e acabou com a vida completamente destruída.

Pensando nisso, gostaria de trazer uma palavra do coração de Deus aos que se encontram em uma situação semelhante. Talvez, esse seja o seu próprio caso: talvez, você tenha começado, observando a sua “turma”, fazendo o uso de drogas de vez em quando e, depois de ir aumentando as doses também sem perceber, encontra-se escravizado e necessitando de variedades mais fortes para se satisfazer.

De fato, o tipo de droga não importa e tampouco a quantidade em que é utilizada. Os vícios aprisionam, deixando pouca escolha para quem os alimenta, além da insaciabilidade, antes de obter o objeto de seu desejo, e o arrependimento quando passa o seu efeito. E depois muita tristeza e solidão, que certamente lhe tiram o prazer da existência.

Por isso, se esse é o seu caso, o verso 36 do capítulo 8 do Evangelho de João se aplica a você. Esse versículo afirma que “se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres”. É uma verdade. Deus o criou para ser livre, assim como é provável que no seu interior você próprio deseje uma vida de liberdade. Mas é preciso a sua fé para que isso aconteça. Embora o abandono de qualquer coisa que tenha se tornado um hábito seja muito difícil, com Deus (felizmente), apenas a sua fé é suficiente. Então creia no Senhor Jesus e seja liberto. Se ele o libertar, você está livre, por certo.

Fique na paz,

Ap. Rina – Igreja Evangélica Bola de Neve (SP)

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Biblia

O tema da mensagem de hoje é a confiança em Deus. Na Bíblia Sagrada, lemos sobre a confiança no capítulo 3 do Livro de Provérbios: “Confia no Senhor de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos e ele endireitará as tuas veredas. Não seja sábio aos teus próprios olhos, mas teme ao Senhor e aparta-te do mal” (v. 5-7).

Esse texto traz-nos algo de especial porque nos ensina que a confiança é uma oportunidade diária. Todos os dias temos a chance de tomar decisões, baseados não apenas no que julgamos correto, mas consultando Deus para tanto. De fato, há situações que nos forçam a buscar a direção e o conselho divinos. Há circunstâncias nesta vida que literalmente nos “empurram” para encontros com o Senhor.

Talvez você possa estar passando por isso. Pode ser, por exemplo, que tenha aplicado todas as suas economias na bolsa de valores e uma virada econômica não o deixe dormir; ou pode ser que tenha investido tudo o que possuía em um relacionamento que chegou ao fim e, desesperado e sofrendo, não encontre mais sentido na vida.

Não perca a oportunidade! Qualquer que seja o seu caso, ele é sempre oportuno para ensiná-lo a confiar em Deus, para impeli-lo a dobrar os seus joelhos e pedir luz e entendimento ao Senhor, e a paciência para superar o que está atravessando.

De fato, Deus faz uso dessas circunstâncias para que você compreenda melhor o que passa no seu interior; e para que, por meio da sua fragilidade, Ele próprio possa se revelar a você.

Mas cabe a você a entrega. É a sua parte olhar para Deus e convidá-lo a participar da sua vida, entregar-lhe os seus caminhos, aprender a se aproximar dele e confiar nele. Que esta palavra fique no seu coração.

Fique na paz,

Ap. Rina – Igreja Evangélica Bola de Neve (SP)

paraquedismo

Nos momentos de adrenalina, de muita onda e contato com a natureza, o relacionamento com Deus é essencial. As situações radicais experimentadas pelos esportistas fazem-nos pensar em uma vida de extremos — o que realmente ocorre —, mas nos levam também a examinar o real significado de ser radical.

Primeiramente, existe o pensamento secular de que, para ser radical, é necessário ser “maluco”, ultrapassar os limites e viver uma vida desregrada. Para os partidários dessa idéia, o radicalismo está associado a noites em claro, regadas a drogas e a uma condição de destaque no convívio social por esse tipo de “façanha”.

O que a Bíblia nos orienta, no entanto, é exatamente o contrário:.ser radical não é fazer o que a massa já faz, mas remar contra a maré. A vida radical, de acordo com os princípios bíblicos, sugere a idéia de que, se todos estão se destruindo por meio das drogas, você é aquele(a) que tem saúde, cuja vida é focada, que não precisa de aditivos para ser feliz e ter paz no coração.

Do mesmo modo, se ninguém tem religião e todos acham que isso não deve ser levado em consideração, você é aquele(a) que tem um relacionamento com Deus, que tem uma vida de oração, de leitura da Palavra de Deus, e cuja vida é iluminada em função disso.

Ser radical é viver contra as coisas que o mundo nos dita como certas. É saber que, enquanto todos procuram o maior número possível de parceiros, o número maior possível de “baladas”, você está junto da(o) sua/seu namorada(o), almejando constituir uma família, procurando fazer aquilo que é correto. Isso também lhe dá a segurança de ter uma pessoa que o(a) ama, que cuida de você e o(a) protege e que deseja honrá-lo(a) e respeitá-lo(a).

Ser radical é saber que tudo o que Deus tem para as nossas vidas, por mais que pareça diferente daquilo que o mundo oferece, vai lhe trazer benefícios e ajudá-lo(a) a ficar mais próximo de Deus. Ser radical é não se deixar influenciar por uma cultura que nos ensina o que é contrário a Deus e permitir-se influenciar pela cultura da Bíblia Sagrada, a Palavra de Deus, uma vez que ela foi escrita para nos revelar a vontade do Criador para o ser humano.

E, se foi Ele quem nos criou, ninguém melhor do que Ele para saber qual a melhor maneira de vivermos. Por isso, radicalize todos os aspectos da sua vida, principalmente o espiritual. Busque Deus de todo o seu coração e procure transformar a sua vontade de radicalizar em santidade, em seriedade com relação às coisas espirituais, em um pacto, uma aliança verdadeira com Deus. Isso o(a) levará a uma nova condição e você, em pouco tempo, perceberá que vale a pena confiar em Deus, vale a pena confiar na Sua Palavra, vale a pena ser radical. 

Fique na paz,

Ap. Rina – Igreja Evangélica Bola de Neve (SP)

Deserto
Hoje, assistindo a imagens de praias paradisíacas, passeios sobre dunas e dias de sol e calor, lembrei-me do deserto e da jornada dos israelitas para chegar à terra prometida. Parafraseando a história de Moisés, comparei as praias aos lugares de deleite que todos almejamos alcançar, e as dunas, aos obstáculos que se nos surgem na caminhada até eles.
 
É engraçada a relação entre as bênçãos e promessas de Deus para as nossas vidas e as dificuldades que temos de vencer para conquistá-las. É uma relação entre deserto e terra prometida. É fato, por exemplo, que todas as vezes que imaginamos alguma coisa boa se realizando não a veremos acontecer de um dia para o outro, mas somente depois de um período de adversidades, que geralmente compõe o processo da conquista.
 
Coisas semelhantes sucederam a Jesus. A Bíblia relata que, antes de o ministério do nosso Senhor ter início, o Espírito Santo o conduziu ao deserto, onde permaneceu, em jejum, por quarenta dias e quarenta noites, sendo tentado e sujeito a provações.
 
O deserto, no entanto, é um lugar de aprendizado. No deserto, aperfeiçoamo-nos e nos desenvolvemos, numa generosa ocasião de crescimento. As lutas e situações que temos de aprender a administrar são oportunidades para atingir um novo patamar de experiência e maturidade, de modo que, antes de constituir-se um motivo de murmuração e descontentamento, o deserto é uma condição a que se dar graças.
 
No momento certo, aquele que, Ele próprio, venceu o deserto porá um fim ao seu sofrimento. Tudo está nas mãos de Jesus Cristo, a quem também pertencem o ouro e a prata, o doar e o reter e o domínio sobre todas as circunstâncias. Quando Ele der ordem ao deserto da sua vida para que termine e aos anjos para que o sirvam, nada o poderá impedir de ultrapassar todas as barreiras e experimentar as bênçãos do Pai nesta terra… prometida.
 
Que Deus o abençoe,
 
Ap. Rina – Igreja Evangélica Bola de Neve (SP)

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Mateus 18:23-35 

 
Tem horas que pergunto: como é que Deus me agüenta? Há momentos em que só Deus mesmo.
 
Parece que viver nesta nossa carcaça é muito difícil e complicado devido às lutas da carne. Eu poderia viver como os anjos, que não têm essa história de luta.
Viemos de uma natureza pecaminosa e vivemos como Paulo, que deixou registrado em Romanos 7:19: que o mal que não queria fazer, este fazia.
 
É o velho homem que tenta aparecer para frustrar, decepcionar, e sempre que acho que estou fazendo alguma coisa certa, tudo dá errado; pior — é sempre na mesma área.
 
É neste momento que muitas pessoas param no meio do caminho. Acreditam que o cristianismo parece algo além daquilo que estão dispostos a fazer para Deus. Não por não amá-lo, mas por falhar muitas vezes e acharem melhor abrir mão de andar com Ele.
Por maior que seja o esforço, muitas vezes essa desistência de Deus é fatal. Pior do que isso é tentar dar um jeitinho – errar, não reconhecer o erro e não tentar consertar.
 
Para viver em paz tenho de aprender algo sobre graça, misericórdia e Reino.
 
Mateus 18:23-35
Este texto fala muito sobre perdão; veremos outros ensinamentos de Jesus por outro aspecto, através desta parábola.
 
Parábola é uma narrativa, ficção com intuito de trazer algo novo.
 
Havia um reino com um rei. Este rei queria fazer um balanço das finanças do reino. Neste balanço, o rei descobre que muitas pessoas deviam certos valores ao reino. Entre elas, um homem que deveria ser o “número 1” da lista dos devedores pelo valor da dívida. Era um valor muito alto que, se comparado e trazido para os valores de hoje seria mais ou menos o valor de 1 bilhão e oitocentos milhões de reais.
 
O que fica claro é que este homem não tinha condições de saldar esta dívida. Ele devia ser alguém de muita importância, que apresentou um projeto onde esta fortuna foi investida. Não sabemos, mas talvez este homem, por não saber administrar, perdeu este dinheiro e faliu. Sem ter com o que pagar a dívida, o rei dá uma ordem para que ele homem fosse vendido com toda a família e tudo o que tinha.
 
Esta parábola não vem falar sobre finanças, mas sobre Jesus querendo nos mostrar algo que estava relacionado com Ele e sua Igreja.
O rei tipifica Jesus Cristo e os servos simbolizam os cristãos, homens e mulheres que querem andar com Deus.
 
Versículo 26 – O homem se prostra e começa a reverenciar este rei.
 
Reverente (usado no texto no grego) = quer dizer bajulador; situação típica de um cão lambendo a mão do dono.
 
Ou seja, ele não estava se arrependendo verdadeiramente na forma que Deus espera de nós, com temor e tremor. Ele dizia: tenha paciência, me dá uma chance que eu vou dar um jeito; e que poderia compensar e cumprir todas as exigências que o rei tinha para ele.
 
É exatamente o que acontece com o cristão quando é pego em pecado, quando Deus mostra através do púlpito, através de profeta,…
A primeira reação é tentar bajular a Deus, o Rei. Pede outra chance, uma outra oportunidade, diz que vai mudar, que fará diferente, faz promessas e apresenta a Deus uma falsa dor. Fere o coração do Pai.
O coração ainda está duro e não houve arrependimento genuíno. Mas está falando pra Deus: me livra da derrota, não fere minha família, não acaba com a minha carreira. E fala como se pudesse compensar a Deus pelos erros que comete. Mas tudo é pela misericórdia.
Não há nada que possa compensar Deus pelos erros que cometemos. O coração de Deus foi ferido.
 
Versículo 27 – Houve um perdão movido por compaixão.
 
O rei é um homem bom; como ele poderia estar sendo enganado?
 
Se o rei tipifica Jesus, não poderia ser enganado.
 
O rei perdoa um homem que não se arrependeu de verdade e que só estava ali bajulando. Uma pessoa que não tinha noção de quão sério eram os seus pecados.
Este homem é como um ator representando uma cena sem a menor intenção de mudar e acredita estar passando uma “lábia” no rei.
O rei sabia que o servo não queria mudar, era pura emoção e tentava dar um jeito; mas não pensava em mudanças.
 
Mas, ele se compadece dele por pena? Ou por dó?
Por nada disso e, sim, porque o rei observa  que este homem estava doente. Ele começa a delirar porque achava que era algo insignificante.
 
É a mesma doença que o cristão que peca e pensa que se acerta com Deus quando chora, sempre com promessas de que irá compensar a Deus do que fez; mas esta é uma dívida impagável.
Nada do que eu fizer irá compensar o meu pecado. Ler mais a Bíblia, jejuar tudo na próxima vez que isso acontecer.
 
Por que ele foi perdoado então?
Porque Deus sabia que este homem iria passar por uma situação lá na frente que iria mostrar quem ele era e que nada havia mudado. Mas Jesus não quer perder ninguém, mesmo com este homem tentando manipular tanto.
 
Muita gente faz um voto com Deus de que irá mudar e lá fora nada acontece.
Deus tem falado repetidas vezes sobre pecados não arrependidos e nada de mudanças, o que é preocupante. Os corações devem estar duros para receber o efeito da palavra que está sendo pregada.
 
Aquele que é perdoado pela graça e acha que as suas atitudes no reino podem compensar o que fez, irá acabar se convencendo de uma mentira e de uma falsa paz. Aos seus moldes está bom viver com Deus assim; mas vive caindo e levantando e sai dos projetos de Deus, quando poderia estar ajudando a levantar àqueles que estão em dificuldade.
 
Algo novo com relação ao arrependimento é revelado:
Quando se aproximar do altar do Senhor para dizer: “Deus eu estou arrependido”, não diga só que é pela maneira equivocada de pensar, agir, falar, mas também, para se arrepender e abandonar a idéia de que poderia restituí-Lo pelos erros cometidos.
Nada, além da graça e misericórdia do Senhor, pode nos libertar.
Eu tenho de aceitar a misericórdia de Deus, pois é o único caminho onde serei liberto.
 
Nenhum mérito, acerto, o que fiz de bom pelas almas alcançadas, caridade; nada do que eu faça, nenhum esforço, santidade produzida por mim, nenhuma retidão que nasça dentro da minha alma, dentro dos meus padrões, pode equilibrar a minha conta com Ele; mesmo depois de descer às águas, ainda cometo pecado.
 
“Eu recebo a misericórdia, eu recebo a graça”.
 
Este homem perdoado recebe uma grande responsabilidade. O Ap. Paulo em Colossenses 3:12,13 diz que é ter mudança do estilo de vida, é estender a misericórdia aos que nos devem (Mateus 18:28–31).
A diferença entre o cristianismo e os outros “ismos”, é que não basta cumprir a adoração a Deus, o que é fácil, pois Deus é perfeito e maravilhoso; mas, também, amar ao próximo, pois as pessoas são diferentes umas das outras e do que nós acreditávamos que seriam. E se Deus nos aceita cheio de defeitos e tem misericórdia de nós, porque não sermos iguais a Ele?
 
Suportar é ter de tolerar as diferenças das pessoas e as coisas que nos irritam, mesmo que não gostemos.
 
Saber superar cada situação e perdoar para que o velho homem não venha se agarrar em nós de novo.
 
Versículo 32-35 – Tem horas que eu tenho vontade de voar no pescoço e esganar quem está me contrariando, mas… se eu não perdoar, Deus também não me perdoa. Se eu só ficar irritado e não amar como Deus amou….
 
Cometemos esses erros diariamente e nos achegamos a Deus com tanta facilidade como se não houvesse o peso destes pecados. Que seria de nós sem a misericórdia de Deus?
 
Quer ter paz verdadeira? Quer dar certo?
Então compreenda a dimensão do Reino e tenha uma imensidão da misericórdia e amor.
Este é um princípio para dar outros passos e conseguir cumprir os mandamentos. A palavra precisa produzir mudanças e não argumentos.
 
Deus nos espera de braços abertos.
 
Deus abençoe!
Ap. Rina – Igreja Evangéica Bola de Neve (SP)

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É bom termos um dia para lembrarmos do nosso pai.

Só que quase nunca dizemos o quanto eles são importantes nas nossas vidas. Tem pessoas que não consegue dizer “Pai, eu te amo”.

 

O sermão de hoje fala de um grande pai: Abraão, um grande patriarca.

 

2.100 aC, Deus chama Abraão para restaurar e redimir a raça humana. Deus queria um homem que fosse seu amigo e desse homem Ele iria fazer uma nação: os israelitas. Uma nação que iria ensinar as outras nações e de onde viria Jesus Cristo.

 

Deus se revela a Abraão e mostra seus planos para ele (Gênesis 12).

Ele creu, juntou a família e saiu de UR (mais ou menos onde hoje é o Iraque) e vai para Canaã, a Terra Prometida. Ali ele ergueu um altar a Deus e continuou a sua caminhada.

 

Gênesis 12.10 – Abraão recebe uma chamada, uma semente, uma visão de Deus. Essa passa a ser a visão da sua vida e ele passa a viver para ela.

Abraão e sua família tinham convicção sobre a visão de Deus. Todos creram e foram em busca da benção. Só que foi ao contrário que aconteceu, havia fome! Para Abraão isso era muito significativo porque ele não sabia o que era fome, em sua terra ele era próspero. Ele deve ter achado estranho aquela fome, pois ele largou tudo para servir a Deus.

Provavelmente ele pensou em voltar, pois ele, sua família e seus animais saíram da abundância para a fome.

Isso já aconteceu com você? Deus te dá uma promessa e acontece ao contrário? Quem não questiona a Deus, numa situação como essa.

Alguns pastores, algumas pessoas fazem o que Abraão fez, largam tudo por Deus e aquilo que deveria ser benção, vira perseguição.

O tempo passa e Abraão começa a ser cobrado. A pessoa que recebe a visão de Deus é a responsável, é a cobrada.

Será que era de Deus mesmo? A gente veio, deixou tudo e agora essa fome? Abraão diante de tudo aquilo deve ter orado e buscado a Deus.

Nós temos uma tendência natural de agir precipitadamente quando estamos sobre pressão. Isso também aconteceu com Abraão. Ele foi para o Egito, sem consultar a Deus e fez tudo errado, e com isso perdeu a chance de viver o sobrenatural de Deus.

Deus levou Abraão a um lugar onde não haveria outra fonte além de Deus. Com certeza o sobrenatural iria acontecer, o Senhor iria se manifestar ali.

Deus usa o sobrenatural para te suprir! Deus faz milagres para você!

Tudo piorou quando Abraão foi para o Egito. Lá a realeza estava procurando belas mulheres. É fato histórico que os egípcios não eram atraídos pelas mulheres egípcias e sim pelas estrangeiras.

 

Gênesis 12:10-20 – Abraão não era bobo e sabia da preferência dos egípcios, ele mentiu e mandou Sara dizer que ela era sua irmã. Descer para o Egito foi desobediência a Deus, e o Senhor desmascarou a mentira e mostrou para Faraó que Abraão tinha mentido. É sempre assim, saiu da presença de Deus e “a casa cai”.

Apesar da desobediência de Abraão, Deus mostrou misericórdia e graça e perdoou Abraão. Deixou ele sair vivo e com a sua esposa.

Deus te chamou para ser filho. Se o filho erra o pai deixa de amá-lo?

Ele te deu a vida eterna… Ele prometeu te amar… Ele prometeu te proteger.

As decisões erradas que tomamos geram conseqüências. Se você ama a Deus, você não pode ficar mandando sempre Jesus para cruz. Você não pode voltar para o “vômito” de onde você saiu e nem pode voltar para aquilo que Deus mandou você abandonar.

Algumas pessoas têm desculpas para as suas próprias mentiras e para seus pecados. Há pessoas que estão em desobediência, estão em pecado e dizem: Deus está me usando, Ele está comigo, Ele tem me abençoado, quando na verdade, Deus não está com você, Ele tem é misericórdia de você.

 

Hebreu 11 – Galeria dos heróis da fé.

Abraão foi o único que não fez milagres, que não pregou que não teve ministério. O que ele fez para estar nessa galeria? A Bíblia diz que Abraão creu e porque ele creu, ele obedeceu.

Não é o que você faz para Deus que é o certo, é o quanto você obedece a Ele. Quem ama obedece.

Abraão aprendeu a lição: saiu do Egito e voltou para a Terra Prometida. Gênesis 13:3-4

 

Abraão e Sara estavam começando sua jornada com Deus. Eles erraram, mas Deus os ajudou a chegar ao centro da vontade Dele e eles aprenderam com os erros.

Nessa vida, nós temos também aprendido. Nós vamos errar sim, mas temos que tentar acertar.

Sobre nós está o Espírito Santo de Deus e por isso temos que buscar qual o caminho certo a seguir.

Faça o que Abraão fez, erga um altar a Deus no seu quarto, na sua casa, e procure a voz de Deus e a Sua orientação.

 

O coração do homem é enganoso e corrupto. Cuidado com as emoções!

Algumas pessoas falam que largaram tudo e fizeram o que Deus queria. Dão o dízimo, as ofertas, mas estão passando fome, e necessidades.

O que está acontecendo? Não estou vivendo o sobrenatural!

Deus é misericordioso e o sobrenatural irá acontecer. Ele quer usar o sobrenatural para que todos vejam que Ele é Deus.

Busque, ore, adore e espere no Senhor.

Muitos dizem: “Pastor errei e estou no Egito; pensei que ia matar a minha fome, mas estou todo enrolado”.

Volte, se arrependa, se concerte com Deus e foge da falsa graça.

Há pessoas que estão se afastando de Deus, porque acreditam na falsa graça, como Abraão acreditou. Ele achou que ao ir para o Egito e a fome passaria.

Clame ao Senhor e Ele dará a direção certa a seguir. Tem coisas que a gente não tem coragem de falar. Coisas que de tanto temor que temos a Deus, não queremos verbalizar a nossa insatisfação.

 

Não dá para contar para ninguém, mas o teu Deus sonda os teus pensamentos e diz que essa fome é proposital, porque é nessa fome que você vai buscá-Lo, vai estar sensível a sua voz e Ele vai te moldar, te dar o caráter de Cristo e vai te ensinar a amar como Jesus amou.

 

A mão de Deus irá te renovar!

 

Deus abençoe

 

Ap. Rina – Igreja Evangélica Bola de Neve (SP)

deserto

A vida, muitas vezes parece ser mais fácil para umas pessoas do que para outras. Por exemplo: há pessoas que amam mais do que outras, que estão mais felizes do que outras, que estão mais satisfeitas do que as outras, sentem mais prazer em viver. Para um a vida é completa e para o outro, ela é completamente difícil e sofrida. Para uns a vida é soletrar a palavra AMOR e para outros Arnold Schwarzenegger.

 

Podemos ver que a diferença não está no dinheiro, na condição social ou no estado civil, nem sempre isso acontece, pois as lutas estão presentes em todas as classes e em todos os níveis que podemos imaginar.

 

Se observarmos, as pessoas que conseguem viver melhor são aquelas que conseguem discernir os tempos e que assimilam a ordem das coisas que Deus impõe sobre nós.

 

Hoje há uma multidão de pessoas desviadas porque não entenderam este tempo, porque nada mudou e se frustram com instituições religiosas e as vezes até com Deus, porque tentou e não funcionou.

 

Funciona sim, mas na hora que Deus quer. Não adianta querer reproduzir as coisas passadas.

 

Para viver melhor, precisamos entender que Deus está no absoluto controle. Deus espera que entendamos as fases. Ou nos sujeitamos aos tempos, ou seremos mais um frustrado. Os fins justificam os meios.

Na época de Jeremias, o povo esteve em um cativeiro por 70 anos, e sempre aparecia um profeta que dizia que este tempo já estava acabando e Jeremias ficava “irado”, pois sabia que eram falsos profetas e o povo esteve cativo por 70 anos.

 

O Livro de Deuteronômio é o quinto livro do Pentateuco. É uma repetição das leis dadas pouco antes da entrada de Israel em Canaã. O nome Deuteronômio é uma palavra derivada do hebraico “Devarim” que quer dizer: estas são as palavras, e do grego: deuteros que significa segunda e nomos, que significa lei. Moisés comumente é aceito como o autor deste livro.

A geração passada de Israel havia perecido no deserto. Era importante, então, que a lei fosse repetida e exposta à nova geração antes que entrasse na Terra Prometida.

O conteúdo do livro está dividido em uma série de discursos e exortações dadas por Moisés nas planícies de Moabe antes da travessia do Jordão. O tema principal está na repetição das leis proclamadas no Sinai, com um chamado à obediência, mesclado com a lembrança das experiências da geração passada.

 

Deus usa Moisés para tentar nos mostrar o passado:

Muitos viveram o que representa o deserto, um lugar seco. Tem pessoas que estão saindo do deserto e irão entrar na terra prometida.

Mas precisamos ser ministrados por estas mensagens trazidas por Moisés que estão divididas em três sermões:

 

 

1- Sermão está nos capítulos de Deuteronômio 1 ao 4

(versículos chave Deuteronômio 1:1 e 4:9)

 

Mensagem: ouça e não te esqueças.

O 1º discurso leva o povo ao passado e às experiências de Israel e dá uma aula e discorre sobre toda a história de Israel, aos mandamentos e dá uma ênfase a estas leis.

 

Para nós também é importante olhar para o passado que era deserto para entender o que está acontecendo agora e ser abençoado no futuro, e ficar atento para mudar de condição.

 

Para algumas pessoas, olhar para o passado é relembrar das perdas, coisas ruins e não gostar muito e não nos fazer muito bem, mas algo não pode ser ignorado, olhar com olhos de aprendiz e saber o porquê é importante olhar para trás:

 

1º –  Aprendermos com os nossos erros

 

Se cairmos, se deixarmos de vigiar, se nos precipitarmos, se fizermos algo na nossa força, se nos dermos mal, as lembranças dos nossos erros nos ensinaram a não fazer de novo.

“É importante olhar para trás para aprender com os meus erros”.

 

2º – Aprendemos com os erros dos outros

 

É difícil aprender com os erros dos outros, porque a historia alheia muitas vezes passa despercebido porque não entendemos o que Deus está querendo dizer, nós queremos ter as nossas experiências.

Já entramos por caminhos errados que nos foram avisados antes para não irmos por lá e sermos roubados da unção, do ministério, mas não escutamos o conselho.

“É importante apreender com os erros dos outros”.

 

3º – Compreender o presente

 

Só conseguimos chegar a algum lugar se tivemos uma história antes. Se não soubemos o que foi o passado. O presente fica sem referencial.

Nosso futuro depende do que realizamos no passado e muitas vezes, algumas situações por qual passemos no presente é conseqüência do passado.

 

4º – Nos ensina a honrar as nossas raízes

 

Pessoas já pagaram o preço antes de nós, gastando o tempo em orações para hoje estarmos onde estamos. Para que pudéssemos nos encontrar diante da terra Prometida.

Normalmente, nos esquecemos de quem tem direito à honra por chegarmos onde Deus nos designou.

 

5º – Lembrar que fazemos parte de um plano Divino

 

Temos que olhar para estas histórias e ver que elas ainda não acabaram e que ainda estão sendo escritas e que principalmente nós fazemos parte delas.

Quando percebemos que os planos de Deus se realizam hoje em nossas vidas por causa de homens que no passado pagaram o preço, isso fica mais fácil para nos situarmos.Muitas pessoas que se desviaram, foi por não entenderem que a história tem começo, meio e fim.

 

(Filipenses 3:1) Paulo repete algumas doutrinas por segurança e a repetição nos faz guardar na memória.

Já olhamos para o passado, aprendemos com nossos erros, aprendemos com os erros dos outros, compreendemos o presente, honramos as nossas raízes, entendemos que fazemos parte do plano de Deus, agora entra o próximo discurso.

 

 

2- Sermão está nos capítulos 5 ao 26

(versículos chave Deuteronômio 6:4)

 

Mensagem: Olhando para o alto

“Ouve Israel, o Senhor nosso Deus é o único Deus é o único Senhor”

Este versículo é tão importante e é tão conhecido pelos Judeus como o Shemá e é declarado por eles em todo o mundo até os dias de hoje.

Nesse 2º sermão, Moisés desafia o povo a olhar e entender que há Deus. Se olharmos para nossos erros, limites e potencial não chegaremos a Terra Prometida. Chegaremos lá somente com Deus que irá nos capacitar para entrarmos.

Deus é Onipotente, Onipresente e Onipresente. Santo!

Olhar para o alto em Espírito e em Verdade nos trás algo fundamental para entrar na Terra Prometida. Nos trás temor a Deus.

Temer a Deus, muitas vezes damos pouca importância para receber coisas menores por causa do muito que Deus derrama. As coisas talvez se tornem sem valor, mas quando entendemos que Deus é Santo não conseguimos ficar na Sua presença em pecado.  A santidade de Deus constrange quem está em pecado.

Tememos ao Senhor e obedecemos à Sua Palavra e nos tornarmos pessoas que querem se afastar daquilo que é sujo, fétido, que nos separa dEle.

Vem um temor que nos leva a adorá-Lo, que não estamos brincando de Igreja.

Queremos o melhor daquilo que Deus quer para nós. É esse temor que irá nos manter de pé lá na frente.

Quem não teme a Deus começa a se corromper, deixa os seus deleites em primeiro lugar, a cobiçar e esquece dEle ao entrar na Terra Prometida.

Se perdemos o temor a Deus, a nossa vida não valerá nada no tempo de deserto.

 

 

3- Sermão está nos capítulos 27 ao 33

(Deuteronômio capítulo 28 inteiro)

 

Mensagem: hora de olhar para frente. É hora de pisar na terra que Deus prometeu.

Aprovado, olhar para frente e saberemos que iremos pisar na Terra Prometida. Estamos quase…

Quando algo da parte de Deus vem, sabemos que é real e que é conosco, que é verdade, mas também sabemos que é a hora mais delicada, no deserto nos apegamos a Deus por parecer ser a única solução ou por falta de opção.

Quando as coisas começam a clarear e, as coisas estão mudando é nesse momento que muitos perdem o temor.

Quem dá a Palavra final é Deus!

Nada de “achismos”, de eu sinto ou eu vejo, quando está tudo bem deixamos o nosso ego subir na cabeça e deixamos Deus, não é mais como lá no deserto que dizíamos em tudo que era Deus.

“No deserto era: Deus me ajuda e na bonança é: eu sou eu!”

Vivemos a falsa graça quando  nos achamos no direito de pecar diante da posição em que nós ocupamos.

 

No 3º sermão, Moisés nos deixa dois caminhos:

Deuteronômio 28:1 – se obedecer, Ele irá te abençoar.

Deuteronômio 28:15 – se desobedecer, este será o nosso fracasso.

 

A Palavra Profética para a nação é que Deus está levantando pessoas para estarem em lugares onde estarão representando o Reino em todas as áreas da sociedade.

 

Deus abençoe

 

Ap. Rina – Igreja Evangélica Bola de Neve (SP)

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Uma das sensações mais agradáveis a um líder é a certeza de formar um corpo com sua congregação. Não importando a procedência de cada membro, o melhor é saber que somos “um”, que somos um corpo, que somos uma família. De fato, o conceito divino de Igreja nunca esteve associado a edifícios, programações, métodos ou organizações (que são, antes, necessidades humanas), mas ao conceito de família. A Igreja é um organismo vivo, uma família, originária dos relacionamentos entre pessoas que, por sua vez, relacionaram-se previamente com Deus por meio de Jesus. E o projeto de Deus para a Igreja é que essas famílias se reproduzam ao longo das gerações.

Deus olha para a humanidade pela perspectiva genealógica. Seu plano espiritual inclui a reprodução contínua da família, manifesta especialmente na geração de “filhos espirituais”. E se não dermos continuidade ao que está sendo feito, corremos o risco de presenciar a morte dos projetos de Deus no nosso meio. Quando não produzimos filhos, nossa posteridade espiritual é atrofiada, nosso legado é dissipado: tornamo-nos apenas um vento que passou numa geração, abortando a geração seguinte.

Um dos segredos do sucesso da Igreja primitiva está justamente na geração de filhos, expressa particularmente no texto bíblico em 1Cor. 4:15-17:

Porque, ainda que tivésseis milhares de preceptores em Cristo, não teríeis, contudo, muitos pais; pois eu, pelo evangelho, vos gerei em Cristo Jesus. Admoesto-vos, portanto, a que sejais meus imitadores. Por esta causa, vos mandei Timóteo, que é meu filho amado e fiel no Senhor, o qual vos lembrará os meus caminhos em Cristo Jesus, como, por toda parte, ensino em cada igreja.

Nesse trecho, o apóstolo Paulo, na condição de pai da Igreja de Corinto (visto que a gerou no Evangelho), envia Timóteo para ministrar aos fiéis, como se ele próprio os tivesse ministrando. Timóteo, que fora treinado, ensinado e discipulado por ele, acompanhando-o em viagens e recebendo da mesma unção, como filho de primeira geração, poderia ministrar em seu lugar como se ele mesmo estivesse ministrando. Observe que (no verso 17) Paulo não diz, “Por meio de Timóteo, vocês se lembrarão dos caminhos de Deus, ou dos caminhos de Jesus”, mas, “[Ele] vos lembrará os meus caminhos em Cristo Jesus“. O que Paulo quer dizer é que ele é um referencial, um modelo para a Igreja, que os fiéis devem viver do mesmo modo que ele, pois essa é a vontade de Deus. Foi por isso que a Igreja primitiva expandiu na terra.

A comprovação da perspectiva genealógica de Paulo é vista em 2Timóteo 2:2, quando diz a esse discípulo: “E o que de minha parte ouviste através de muitas testemunhas, isso mesmo transmite a homens fiéis e também idôneos para instruir a outros“. Paulo está orientando Timóteo a que, ao ouvir os testemunhos sobre ele, transmita-os a outras pessoas (que formarão uma segunda geração) e que essas pessoas sejam capazes de, da mesma maneira, transmiti-los a outras (que formarão a terceira geração e assim sucessivamente). E, à medida que Timóteo transmite os ensinamentos de Paulo a outros, e esses por sua vez, os passam aos seguintes, Paulo (pai de Timóteo) torna-se, avô, bisavô e tataravô de muitas gerações.

O mesmo deve acontecer conosco: Deus nos chamou a gerar uma linhagem espiritual e essa é também uma promessa para cada cristão. Deus deseja que nos tornemos pais espirituais e que, depois de nós, nossos filhos gerem outros filhos, perpetuando a família. Essa é a nossa herança e que deverá ser apresentada no céu, quando estivermos diante de Cristo. No “Dia do Senhor”, o fruto do nosso ventre é que será ofertado: “Herança do SENHOR são os filhos; o fruto do ventre, seu galardão” (Salmo 127:3).

Não é fácil gerar filhos. Como a geração de filhos faz parte da mentalidade de um novo tempo, do despertar para a necessidade de paternidade da parte de Deus na terra, essencialmente, a geração de filhos é parte de um período de transição e todas as transições são muito difíceis. Quando Deus faz algo novo e somos obrigados a entrar em territórios desconhecidos, sentimo-nos desorientados, desgastados e pressionados e entramos em conflito muito facilmente.

Uma das primeiras dificuldades que enfrentamos é o fato de que a paternidade exige muito de nós. A chegada de um filho transforma completamente as nossas vidas, não apenas inserindo-nos em uma nova rotina, mas mudando o enfoque das nossas prioridades. Aquele que deseja gerar filhos deve pensar menos em si mesmo e concentrar-se no que Deus está realizando por meio de sua vida. É necessário pensar como Paulo, em 1Cor. 10:33: “assim como também eu procuro, em tudo, ser agradável a todos, não buscando o meu próprio interesse, mas o de muitos“; ter a atitude de desprendimento de Abraão, ao despedir-se de Ló, colocando-se em segundo plano para que a segunda geração tivesse a primazia (leia Gen. 13); e a abnegação do próprio Jesus que, “sendo rico, se fez pobre por amor de vós, para que, pela sua pobreza vós vos tornásseis ricos” (2Cor. 8:9).

Há também que se superar dois sentimentos antagônicos: por um lado, a tristeza pela possibilidade de incompreensão por parte dos filhos (uma vez que, ao crescerem, eles geralmente se rebelam, os pais passam de heróis a retrógrados e existe sempre muita ingratidão); e, por outro lado, o ciúme que se possa nutrir intimamente por eles. No caso ministerial, esse problema é tão sério, que pode levar um líder não apenas ao sentimento de posse com relação aos membros (julgando-os seu rebanho em vez de rebanho do Senhor [leia 1Pedro 5:2]), como incorrerem em situações de competitividade com outros líderes, tão prejudicial à vida espiritual e à Igreja como corpo.

E, por fim, há que se vencer o próprio medo de envelhecer. Se gerar filhos significa tornar-se patriarca de gerações (ou seja, não apenas pai, mas avô, bisavô, e assim por diante), o que fatalmente implica em envelhecimento, há que se ter em mente o Salmo 92:14, que nos assegura que “Na velhice [os que geram] darão ainda frutos, serão cheios de seiva e de verdor“.

De fato, para gerar filhos é preciso seguir o exemplo de Elias. Elias foi um profeta muito ungido e que, ao transferir a sua unção para Eliseu, forjou as gerações vindouras dos filhos de Israel. As instâncias dos feitos de Elias são conhecidas: seu destemor ao desafiar o Rei Acabe e os caminhos tortuosos da nação israelense (1Reis 18:17-18), sua fé ao orar para que não chovesse sobre a terra por três anos e meio (lembrado pelo apóstolo Tiago, em Tg 5:17), o que realmente aconteceu; e são conhecidas também as suas falhas: por exemplo, por preferir andar sozinho a maior parte do tempo, Elias incorreu em situações de julgamentos errôneos e sentiu-se desencorajado, tornando-se propenso a ciladas do inimigo (leia 1Reis 19:3-4). Aquele que se isola sempre se torna um alvo fácil.

No entanto, ao transferir a capa a Eliseu, ao mesmo tempo que Elias lhe confere (e assim à geração seguinte) uma porção dobrada de sua unção, continua em sua posição de honra, pois, aquele que é enviado não é maior do aquele que o envia. Embora Eliseu tenha realizado o dobro das obras de Elias, Elias permaneceu como o profeta maior.

E o mesmo pode ocorrer conosco: se confiarmos os assuntos de Deus às gerações que nos precedem e as treinarmos a depender somente Dele (jamais de nós mesmos!), ao mesmo tempo que os veremos cheios de poder e realizando obras até mesmo maiores, perceberemos o nosso próprio crescimento. Quanto mais damos, mais recebemos de Deus. Quanto mais unção se transfere, mais o nosso vaso se enche. E, porque geramos, veremos o nosso próprio ministério triunfar em vitória.

Deus o abençoe,

Ap. Rina – Igreja Evangélica Bola de Neve

flores
É comum termos a impressão de que a história é escrita por pessoas extremamente especiais. Convencemo-nos de que Deus somente inclui em seus projetos os fortes, capacitados, habilidosos, perfeitos, os aclamados como heróis. No entanto, pego-me, por vezes, imaginando como é para Deus ter de contar conosco. Já me perguntei como é para Deus ter de contar comigo, ter de contar com os seres humanos, que Ele sabe serem imperfeitos, sendo Ele próprio santo, perfeito. Fico imaginando o tamanho da paciência de Deus, dependendo de pessoas, quando elas são tão falhas. Deus, perfeito, olhando para nós e dizendo: “É, terá de ser com ele mesmo!”. No nosso caso, somos diferentes. Eu mesmo olho para situações da minha vida, para coisas que vivi, coisas da minha história e que, se fosse Deus, diria: “Você, suba: acabou o seu tempo na terra.” Mas, Deus não é assim. Deus olha para as pessoas (que são volúveis, indecisas, inconstantes, orgulhosas, incrédulas, interesseiras, egoístas, resistentes, desapontam-se com facilidade, desistem com rapidez e são até mesmo irreverentes) e sempre acha que pode contar com elas. Deus não desiste! Ele é paciente, ponderado, compassivo, bondoso, misericordioso, perdoador – graças a Deus!

De fato, muitos capítulos da história foram escritos por pessoas comuns, que não possuíam nada de heróico em seu perfil. Essas pessoas eram parecidas conosco. Eram pessoas que enfrentavam seus fantasmas, administravam suas crises, sofriam com a sua condição, deparavam-se, dia após dia, com as suas fragilidades, seus conflitos emocionais e suas debilidades sociais: gente de carne e osso, como eu ou você. Essas pessoas também tinham contas a pagar, precisavam trabalhar, tinham problemas financeiros e tinham uma família (daí não é necessário dizer mais nada); e, se as denominamos “heroínas” porque diziam, “Venho em nome do Senhor”, também, sabemos que outros de seus comentários incluíam, “Senhor, mata-me e recebe logo o meu espírito!”. Talvez, o que as diferencie seja o fato de que creram em seu chamado, apegaram-se às promessas, cumpriram seus propósito na terra, apesar de si mesmas. Essas pessoas reconheceram os seus limites  muitas vezes a duras penas, caindo e levantando, batalhando e lutando , mas, porque creram em Deus, fizeram aquilo que era necessário para cumprir os Seus desígnios para suas vidas; tal como aconteceu com a personagem de hoje, de que trata o capítulo quarto do Livro de Rute. No versículo 11 desse capítulo, lemos o seguinte:

E todo o povo que estava na porta, e os anciãos, disseram: Somos testemunhas; o SENHOR faça a esta mulher, que entra na tua casa, como a Raquel e como a Lia, que ambas edificaram a casa de Israel;

A passagem trata da ocasião em que Boaz, tendo a intenção de se casar com Rute, consulta os anciãos da cidade (para que lhe dêem a sua aprovação) e eles se demonstram favoráveis, abençoando o seu casamento e desejando que Rute lhe seja como esposa o mesmo que Raquel havia sido a Israel, “uma edificadora de sua casa”. Ao lermos essa passagem, de Raquel sendo lembrada como alguém que “edificou a casa de Israel”, tendemos a crer que Raquel era uma mulher “super-poderosa”. Mas, veremos que não é esse o caso; que Raquel era uma moça como qualquer outra, cuja vida se tornou extraordinária apenas por permitir que Deus a “usasse” com poder.

A história de Raquel tem início com a história dos “patriarcas da fé”, que é mais ou menos a seguinte: Deus escolhe um homem no desejo de criar um povo para Si. O nome desse homem é Abrão, que reside na cidade de Ur, do povoado caldeu. O chamado de Abraão (como mais tarde passou a se chamar) exige uma renúncia, ele larga tudo rumo a uma “terra prometida” que jamais conhece, vive como peregrino, e os seus descendentes e que vivem a promessa. Deus lhe diz: “Multiplicarei a sua descendência como as estrelas do céu. De ti farei uma grande nação”. Abraão e Sara, sua mulher, têm um filho chamado Isaque. Isaque tem dois filhos, Esaú e Jacó, e a história de Raquel será contada a partir da (conturbada) história de Jacó, num momento em que é obrigado a fugir do lugar onde vive, procurando apoio na casa de seu tio Labão e passando a saber de sua existência, visto ser sua prima. O capítulo 29 do Livro de Gênesis relata os detalhes desse encontro, nos versículos 10 a 20:

E aconteceu que, vendo a Raquel, filha de Labão, irmão de sua mãe, e as ovelhas de Labão, irmão de sua mãe, chegou Jacó, e revolveu a pedra de sobre a boca do poço e deu de beber às ovelhas de Labão, irmão de sua mãe. E Jacó beijou a Raquel, e levantou a sua voz e chorou. E Jacó anunciou a Raquel que era irmão de seu pai, e que era filho de Rebeca; então ela correu, e o anunciou a seu pai. E aconteceu que, ouvindo Labão as novas de Jacó, filho de sua irmã, correu-lhe ao encontro, e abraçou-o, e beijou-o, e levou-o à sua casa; e ele contou a Labão todas estas coisas. Então Labão disse-lhe: Verdadeiramente és tu o meu osso e a minha carne. E ficou com ele um mês inteiro. Depois disse Labão a Jacó: Porque tu és meu irmão, hás de servir-me de graça? Declara-me qual será o teu salário. E Labão tinha duas filhas; o nome da mais velha era Lia, e o nome da menor Raquel. Lia tinha olhos tenros, mas Raquel era de formoso semblante e formosa à vista. E Jacó amava a Raquel, e disse: Sete anos te servirei por Raquel, tua filha menor. Então disse Labão: Melhor é que eu a dê a ti, do que eu a dê a outro homem; fica comigo. Assim serviu Jacó sete anos por Raquel; e estes lhe pareceram como poucos dias, pelo muito que a amava.

O verso anterior, de número 9, diz algo interessante: Raquel era pastora. Por conseguinte, Raquel era alguém que trabalhava incansavelmente, não apenas vigiando as ovelhas, mas, dando-lhes água, encontrando os melhores pastos, cuidando de seus ferimentos e até mesmo enfrentando situações de perigo (tais como Davi relata sobre ursos, leões e outros animais perigosos) para protegê-las. Quando alguém trabalha bastante assim, esse alguém demonstra que está pronto, que está à disposição, que tem desejo não de um emprego, mas de trabalhar. E uma pessoa assim vira alvo de Deus. Deus procura pessoas dispostas a trabalhar. Deus não quer pessoas encostadas. Deus não procura pessoas preguiçosas. Deus procura pessoas dispostas a se envolver, a pagar um preço. Talvez, esse seja um método divino, uma vez que, ao lermos a Bíblia, nunca encontraremos histórias de desocupados. Raquel foi escolhida justamente por seu trabalho.

Raquel é também um exemplo de alguém com expectativa de crescer. E ela realmente poderia se encher de esperanças: a escolha de Jacó de trabalhar sete anos para se casar com ela (visto que a amava) representa mais do que sua oração por um marido. Isso lhe chega como uma chamada para edificar algo especial e de valor eterno  os filhos de Raquel estariam entre os doze homens, que formariam as doze famílias constituintes das doze tribos de Israel. Mas, a espera de Raquel é, acima de tudo, uma espera de melhora, uma vez que a novidade inicial de pastorear um rebanho, de ter conquistado a confiança de seu pai, com o passar dos anos, transformou-se em tédio, em dias de espera por algo novo a acontecer, em que se pode arriscar dizer que Raquel estaria até mesmo insatisfeita. Ela, como muitos de nós, estava à espera de uma grande mudança, que ocorreria somente em sete anos (tornando-se, por isso, quase intolerável), mas, que havia resolvido (também como acontece conosco) esperar pacientemente, com confiança de que um dia essa resposta chegaria.

No entanto, não foi isso o que aconteceu. Ao final dos sete anos, em que Raquel finalmente se casaria com Jacó, seu pai, em vez de entregá-la a seu noivo, entrega sua irmã Lia em seu lugar (Gen. 29: 21-24). Quando Jacó descobre que fora enganado, o que (por algum motivo) só veio a acontecer na manhã seguinte ao casamento (Gen. 29: 25), Jacó terá de concordar em trabalhar mais sete anos por Raquel (Gen. 29: 27). Mas, esse não é o ponto. Primeiramente, observamos a influência do “macro ambiente” nas vidas de Jacó e Raquel. Labão não oferecera Raquel a Jacó porque, primeiramente, era costume casar a filha mais velha e (portanto) Lia deveria ser-lhe entregue. Assim, tanto Jacó quanto Raquel deveriam entender que o macro ambiente impunha situações totalmente fora de seu controle, mas que seriam as que mais afetariam as suas vidas. Depois, é necessário examinar a atitude de Raquel, de alguém que, em vez de se revoltar contra seu pai ou sua irmã, ameaçar fugir de casa, incitar Jacó contra a sua família, ou maldizer Deus, incorrendo em rebeldia, fez jus ao significado hebraico de seu nome, “ovelha”, permanecendo em sujeição e obediência e esperando pelo agir de Deus.

De fato, não seria nada fácil o que aguardaria Raquel desse tempo em diante. Olhando para a história de Raquel, penso na expressão “Não dá para piorar mais”. Depois de tudo o que sofrera, ao ser finalmente entregue ao amado (em cumprimento aos demais sete anos que Jacó trabalharia) teve de dividi-lo com a irmã. (Nesse momento, a provavelmente a própria Raquel deve ter pensado que não haveria como as coisas piorarem mais). Não obstante a tamanho infortúnio  haveria, de fato, como as coisas piorarem no que pode ser descrito como uma “seqüência de golpes” atingindo a vida de Raquel , o versículo 31 (do mesmo capítulo 29) dá conta de que Lia era fértil e Raquel, estéril. Desse modo, além da tristeza e frustração de não poder dar filhos a seu marido (mesmo sabendo que ele a amava), Raquel teria de suportar a alegria da fertilidade da irmã que, até o final do capítulo 29, no verso 35, já havia dado quatro filhos a Jacó. E Raquel, então, peca. O primeiro versículo do capítulo 30 relata que Raquel teve inveja de sua irmã e recebeu o furor de seu marido (Gen. 30: 2), pois, em um momento de desespero, em que até mesmo oferecera sua serva a ele para que tivesse filhos por meio dela (Gen. 30: 3 em diante), deixa expressar sua angústia, ao que recebe uma reprimenda.

Isso nos faz lembrar da nossa própria condição, quando chegamos ao ponto em que as coisas deveriam começar a acontecer, em que deveríamos começar a gerar e que, em vez disso, percebemos que falhamos, que não conseguimos suprir as necessidades para as quais fomos designados. De repente, nada de gerar, nem frutificar e nos sentimos fracassados como pessoas, como profissionais e ministerialmente. Sentimo-nos estéreis. E tudo realmente poderia estar perdido, não fosse pelo nosso Deus, que, assim como atentou para o sofrimento de Raquel e lhe concedeu um primeiro filho (Gen. 30: 22, 23), “tirando-lhe a vergonha” (Gen. 30: 23) e preparando o grande salvamento para o povo hebreu  uma vez que esse filho, José, seria vendido ao Egito mas, tornar-se-ia o segundo homem mais importante dessa nação e responsável pela sobrevivência de seu povo , Deus não se esquecerá daqueles que confiam Nele, daqueles que O buscam, daqueles que acreditam. Ele tem o tempo certo para tudo e você, certamente, começará a gerar. Quando você cumpre as etapas, espera o tempo certo, não força uma situação, não força o coração de Deus, você está gerando a resposta. E quando Deus vem é para honrá-lo, para mudar os seus dias!

Lembre-se do final da história de Raquel, de que Deus se lembrou dela; de que era uma moça comum, que queria mostrar ao mundo que dava para confiar em Deus. Ela queria que as pessoas olhassem para ela e dissessem: “O Deus dela é maravilhoso, o Deus dela é poderoso”. Ela passou pelo que passou, mas a sua história mudou. Houve um momento em que a maré virou e hoje é evidente para quem quer que seja que o Deus de Raquel está vivo e é real. Essa era a sua motivação; essa era a sua intenção; e deverá ser a sua própria. Vale a pena confiar em Deus. Vale a pena esperar Nele. Por piores que sejam os seus sentimentos, por mais difícil que seja o que Deus lhe pedir, por mais complexo que seja esperar o tempo divino, faça aquilo que Deus lhe pede. Vai chegar um tempo em que as coisas começarão a mudar. Vai chegar um tempo em que Deus se lembrará de você. E quando as atenções de Deus se voltam para a sua vida, é o momento em que verdadeiramente a sua sorte será mudada.

Deus o abençoe,

Ap. Rina – Igreja Evangélica Bola de Neve

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Romanos 14:10-12 

 

Todos nós precisamos de motivos para nos manter fiéis a Deus.

O Apóstolo Paulo foi um dos maiores e mais fiel servo de Jesus e por traz dessa grande fé há três grandes motivações.

Essas três motivações deveriam ser o tripé de todo cristão.

 

1ª – Esperança

I Coríntios 15:19

“Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens”.

Paulo servia a Deus pela esperança que tinha na vida eterna.

Temos esperança na vida eterna.

 

2ª – Amor

O amor de Cristo nos constrange. O amor a Deus nos atrai, ele é implacável, é infalível. É impossível fingir que Deus não nos ama e isso nos constrange.

Todos os cristãos possuem essas duas motivações. Existe a terceira motivação e essa não são todas as pessoas que possuem, estamos falando do temor.

 

3ª – Temor

Um temor produzido pela certeza de que um dia seremos julgados.

Somente as pessoas que tem os olhos no dia do Senhor é que possuem esse temor.

Paulo andava assim, ele sabia que um dia Jesus iria julgar todos os seres humanos. Ele sabia que um dia seria julgado e viveu a sua vida em função desse julgamento.

O maior desejo de Paulo era servir de modelo para as pessoas que, como ele, tinha os olhos no dia do julgamento.

A realidade do juízo produz cristãos sérios, tementes e fiéis a Deus. São pessoas que sabem que um dia serão julgadas por Ele.

Um dia eu vou dar conta da minha vida a Deus.

A maioria das pessoas foge quando o assunto é morte e julgamento, porque não queremos as conseqüências.

Queremos aquilo que temos vontade de fazer, mas as conseqüências inevitavelmente virão, pois colhemos aquilo que plantamos. Isso é um princípio espiritual.

O ser humano raramente enfrenta as conseqüências como elas realmente são. Muitas pessoas acham que para tudo existe um “jeitinho”.

Vivemos atropelando tudo o que nos atrapalha porque não queremos sofrer.

 

Romanos 14:10-12

“Mas tu, por que julgas teu irmão? Ou tu, também, por que desprezas teu irmão? Pois todos havemos de comparecer ante o tribunal de Cristo.

Porque está escrito: Como eu vivo, diz o Senhor, que todo o joelho se dobrará a mim, E toda a língua confessará a Deus.

De maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus”.

 

Deus nesta Palavra está repreendendo aqueles que acham que foram chamados como juizes, lembrando que existem somente um que julga, e cada um de nós dará conta de si mesmo. Isso não pode ser mudado.

 

II Cor 5:10

“Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal”.

 

Você recebeu uma vida e um corpo e será julgado por aquilo que fez com eles.

Cada um de nós vai receber pelo bem ou pelo mal que tiver feito por meio do corpo.

Todos estarão reunidos no dia do juízo, sem exceção de ninguém.

Não existe razão mais séria para nos fortalecer naquilo que é bom, reto e bíblico.

Isso é suficiente para nos afastar do mal e viver o que a Bíblia ensina.

Essa razão nos leva a um caminho de retidão, de misericórdia, de justiça e verdade.

 

Tiago 5-9

“Irmãos, não vos queixeis uns contra os outros, para que não sejais condenados. Eis que o juiz está à porta”.

 

O juiz está à porta.

A pessoa que tem a esperança e o amor, mas não tem o temor, se torna num cristão frio, indiferente, inconseqüente e desinteressado.

Cada um de nós tem um livro, estamos escrevendo nossa história e os anjos estão a todo instante tomando nota de todo pensamento, palavra, obra, motivo e escolha que fazemos.

 

Apocalipse 20:11

“E vi um grande trono branco, e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiu a terra e o céu; e não se achou lugar para eles.

E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante de Deus, e abriram-se os livros; e abriu-se outro livro, que é o da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras.

E deu o mar os mortos que nele havia; e a morte e o inferno deram os mortos que neles havia; e foram julgados cada um segundo as suas obras”.

 

Cada um está escrevendo um livro com a sua vida. Todos nós estaremos presentes no dia do julgamento, inclusive aqueles que não acreditam que ele irá acontecer.

 

Apocalipse 3:21

“Ao que vencer lhe concederei que se assente comigo no meu trono; assim como eu venci, e me assentei com meu Pai no seu trono.

Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas”.

 

Os vencedores estarão assentados em Cristo.

Precisamos vencer o mundo, vencer a carne, vencer satanás, vencer as tentações.

Precisamos vencer a nós mesmos!

 

Esses conceitos de lei, de legislação nasceram no coração de Deus, a lei exercida pelos homens é uma extensão da justiça divina.

 

A justiça é um tema muito mais divino do que humano. Esses momentos de audiência com Deus é uma rotina nos céus.

Toda vez que oramos, chamamos nosso acusador para uma audiência diante de Deus. Jesus é nosso advogado.

Muitas pessoas nesse dia irão querer uma segunda chance, mas essa não virá para ninguém.

Podemos citar Hitler, médicos assassinos de bebês, mães que abortaram, assassinos.

O sangue derramado não fica sem punição.

Imagina a sensação de cada uma dessas pessoas diante do julgamento de Deus.

 

Muitas pessoas vivem como se esse dia não fosse chegar, como se suas obras não viessem à tona.

 

Salmo 1:5

“Por isso os ímpios não subsistirão no juízo, nem os pecadores na congregação dos justos”.

 

Imagina as pessoas que nunca tiveram tempo para Deus. Todos irão sentar no banco dos réus, e Deus irá chamar as testemunhas, e a primeira testemunha é a própria Palavra de Deus.

 

João 12:48

“Quem me rejeitar a mim, e não receber as minhas palavras, já tem quem o julgue; a palavra que tenho pregado, essa o há de julgar no último dia”.

 

Cada ser humano que escuta um versículo, que recebe um panfleto, que tem acesso a Bíblia, que escuta no rádio uma pregação, esses momentos irão depor contra essa vida naquele dia.

As pessoas irão prestar contas de todo sermão, de tudo que leram e ouviram da palavra de Deus.

 

Mateus 12:41-42

“Os ninivitas ressurgirão no juízo com esta geração, e a condenarão, porque se arrependeram com a pregação de Jonas. E eis que está aqui quem é mais do que Jonas.

rainha do meio-dia se levantará no dia do juízo com esta geração, e a condenará; porque veio dos confins da terra para ouvir a sabedoria de Salomão. E eis que está aqui quem é maior do que Salomão”.

 

Mateus 11:23

“E tu, Cafarnaum, que te ergues até aos céus, serás abatida até aos infernos; porque, se em Sodoma tivessem sido feitos os prodígios que em ti se operaram, teria ela permanecido até hoje”.

 

As práticas do mundo de hoje são muito piores do que Sodoma e Gomorra. Eles não tinham Internet com acesso a prostituição, não tinham crack, cocaína e tantas outras armas que destroem a sociedade.

Os pastores serão chamados para testemunhar.

 

Mateus 24:14

“E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim”.

 

O pior caso nesse dia será o dos servos inúteis, são aquelas pessoas que Deus separou, mas que esconderam o talento, pessoas que não investiram tempo nos interesses de Deus, preocupadas somente com a religiosidade.

 

Mateus 25:26-30

“Respondendo, porém, o seu senhor, disse-lhe: Mau e negligente servo; sabias que ceifo onde não semeei e ajunto onde não espalhei?

Devias então ter dado o meu dinheiro aos banqueiros e, quando eu viesse, receberia o meu com os juros.

Tirai-lhe pois o talento, e dai-o ao que tem os dez talentos.

Porque a qualquer que tiver será dado, e terá em abundância; mas ao que não tiver até o que tem ser-lhe-á tirado.

Lançai, pois, o servo inútil nas trevas exteriores; ali haverá pranto e ranger de dentes”.

 

Pessoas que irão ver que tinham todas as chances para estarem em Cristo, mas abriram mão de tudo porque não tinham vida com Deus, não tinham intimidade.

Pessoas que nunca buscaram uma revelação plena de quem é Jesus Cristo, que foram chamadas, mas desistiram.

 

Aqueles que se tornaram pedra de tropeço irão sofrer muito no dia o juízo. Pessoas que expulsam outras da presença de Deus, que fizeram comentários da Igreja e com isso muitos se perderam.

 

Suas escolhas e decisões, seu testemunho, pode atrair ou afastar pessoas de Deus.

Não seja uma pedra de tropeço, um motivo de escândalo.

 

E para os vitoriosos, você tem que vencer, não tem opção.

 

Mateus 25:32-34

“E todas as nações serão reunidas diante dele, e apartará uns dos outros, como o pastor aparta dos bodes as ovelhas;

E porá as ovelhas à sua direita, mas os bodes à esquerda.

Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo;”

 

Os que venceram são as ovelhas e serão separados a destra do Pai.

Os vitoriosos não vão ter o que temer no dia do juízo.

 

I João 2:28

“E agora, filhinhos, permanecei nele; para que, quando ele se manifestar, tenhamos confiança, e não sejamos confundidos por ele na sua vinda”.

 

Os que confiam no Senhor, os vencedores não precisam temer esse dia. Somos amigos do juiz.

Existe um treinamento que nos prepara para o dia do juízo.

 

I Cor 11:31

“Porque, se nós nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados”.

 

Aquele que se julga não pode ser julgado.

Será que seu trabalho, seu ministério, suas posses se tornaram mais importantes para você do que os interesses de Deus?

Será que você tem negligenciado a sua família, a sua chamada, será que você é amigo de Deus e do mundo ao mesmo tempo?

Todos nós passaremos pelo julgamento de Deus e se formos vitoriosos seremos julgados só para saber o quanto receberemos de galardão, já estaremos salvos.

Olhe para você e coloque o temor a Deus dentro do coração e seja um vencedor.

 

Deus Abençoe,

 

Ap. Rina – Igreja Evangélica Bola de Neve