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(Leia o artigo anterior “A grande virada”). 

(1 Sm 17:1-51

Ele não estava relacionado, nem para o banco de reservas, pois ainda não tinha idade para ser soldado oficial. Ele ainda era amador, do time da base, mas era uma promessa, alguém que, mais cedo ou mais tarde, seria o matador do time. Mas ele tinha uma coisa que nenhum dos soldados oficiais, nem o próprio rei Saul tinham, ele tinha “um coração segundo o coração de Deus”, na linguagem do futebol, lá estava um jogador diferenciado, algo com que o timinho de Golias não contava. 

Fico imaginando a arquibancada do inferno lotada, e toda capetaiada uniformizada dando gritos de vitória, balançando freneticamente suas bandeiras e gritando o nome, não do Golias, mas do diabo que estava por trás dele, quando Golias, o grandalhão abobalhado que estava ganhando de goleada volta a desafiar o Deus de Davi. Só que ele não sabia que uma revelação do time estava sendo treinado pelo próprio SENHOR DOS EXÉRCITOS e que estava prestes a entrar em campo e dizer – basta, é hora de virar o jogoÉ hora de por as coisas nos seus devidos lugares! Ôoo glória!  

Quando olho para as nossas igrejas tímidas, formalistas, acanhadas, acomodadas, negando o grande poder do Espírito Santo, negando até as artimanhas do diabo, não podendo louvar a Deus com liberdade de espírito, não pregando o evangelho que salva, que liberta e que transforma vidas, vejo o Golias crescendo pra cima de nós e ganhando de goleada pra vergonha nossa e tristeza do nosso Deus. 

Onde estão os Davis? Onde estão os verdadeiros gigantes da fé que ousam enfrentar qualquer diabo que apareça para afrontar o nome do nosso Deus? Mas espera lá, Davi só se apresentou para enfrentar o Golias, por que: 

1. Ele ficou indignado com a ousadia do Golias – Ele não aceitou a afronta diante do seu Deus, ele não podia engolir isso. Doía no peito ver o seu Deus ser envergonhado. 

2. Ele pediu pra entrar – Nessa altura do campeonato, ninguém queria entrar, e os que estavam dentro queriam mais era sair. Mas ele se apresentou pro jogo. 

3. Ele estava bem preparado – Notem que ele estava bem treinado, sua comunhão com o Pai era diária, ele se levantava antes do sol para buscar o Pai, para meditar na Sua palavra, para orar e clamar pelo Sua presença e socorro, ele louvava ao seu Deus o tempo todo. Ele já tinha matado um leão, um urso, e sabe mais o que, sua pré temporada tinha sido excelente! Sim, ele estava pronto pra fazer história.  

4. Ele era humilde – Ele não sabia usar as armas dos soldados, e não tinha vergonha de dizer isso, ele sabia usar a sua arma de um pastor de ovelhas, e pronto! Por isso, uma pedra bastou para liquidar o jogo – Deus usou sua habilidade! 

5. Ele tinha uma fé verdadeira – Todo crente que conheço diz que tem fé, mas a fé verdadeira faz com que nos apropriemos das promessas, faz com que paremos de olhar para o tamanho do inimigo, e comecemos a olhar para a grandeza do nosso Deus, e saber que DELE vem a vitória! 

6. Ele tinha ousadia e coragem, pois estava firmado na palavra – O Golias se aproximou dele fortemente armado, e aos berros o humilhou, mas ele olhou firme nos olhos vesgos daquele nó cego, e disse com firmeza – “Você vem contra mim com espada e com lança, mas eu vou contra ti em o nome do SENHOR DOS EXÉRCITOS, a Quem tens afrontado.”  

Em minha opinião, ele liquidou o Golias com essas palavras, pois gigantes como esse, não são derrotados por força humana, mas pelo poder da Palavra de Deus. Acho que Golias tremeu diante do verdadeiro gigante da história, e o que aconteceu depois? Ele não ficou acordado pra ver a grande virada!

Pense:

É mais fácil deixar como está, mas para um servo diferenciado que ama a Deus como você, as coisas não podem ficar como estão, estou certo? Vire o jogo meu irmão! Não deixe a seu Deus ser envergonhado e afrontado. Sujeite-se a Deus, e o diabo vai correr, ele vai fugir!

Tuta Moraes

estrelajose

O Natal é pedagógico. Nossos olhos precisam estar abertos e nossos ouvidos atentos ao que Deus quer nos ensinar através do nascimento, vida e morte de Jesus. Destacamos alguns pontos para nossa reflexão:

1. O nascimento de Jesus nos ensina uma lição de HUMILDADE – Jesus nos ensina através do Seu nascimento. Ele é o Rei que nasceu servo, o Deus que se fez homem, o transcendente que Se esvaziou de Sua glória. O dono do mundo não nasceu num berço de ouro, mas num coxo de palha. O Criador dos céus e da terra, o Deus encarnado, diferente dos nobres deste mundo, não nasceu debaixo das luzes da ribalta, dos flashes da popularidade; ao contrário, não havia lugar para ele em Belém. Ao nascer foi perseguido pelo rei Herodes. Precisou cruzar o inóspito e causticante deserto do Sinai e atravessar o deserto do Saara, e fugir para o Egito, para escapar da perseguição de um rei louco. Jesus cresceu como um carpinteiro na pobre vila de Nazaré. Começou o Seu ministério como um rabino itinerante, que não tinha onde reclinar a cabeça. Sendo rico Se fez pobre. Sendo servido pelos anjos no céu, cingiu-Se com um avental e lavou os pés dos discípulos, que infantilmente, disputavam entre si, um lugar de honra na feira das vaidades humanas.

2. A vida de Jesus nos ensina uma lição de AMOR ALTRUÍSTA – Jesus nos ensina não apenas através do Seu nascimento, mas também, através da Sua vida. Ele veio não para ser servido, mas para servir. Ele Se manifestou para levantar o caído, animar o fraco, salvar o perdido, curar o enfermo e restaurar o quebrado. Ele andou por toda parte fazendo o bem e libertando os oprimidos do diabo. A pregação, o ensino e a cura estavam sempre no topo de sua agenda. Sua doçura atraía as crianças. Sua compaixão enternecia os publicanos. Seu amor inefável abria a porta da esperança para os enjeitados da sociedade. Todos aqueles que se achegavam a Ele com o coração quebrantado, recebiam o perdão. Todos os aflitos que buscavam nEle alívio, saíam consolados. Jesus veio ao mundo para revelar-nos o coração amoroso do Pai. Ele é o caminho que nos leva de volta ao Pai. Ele é a porta que nos dá acesso ao trono da graça. Por meio dEle podemos entrar na sala do Trono e ter comunhão com o Deus de amor.

3. A morte de Jesus nos ensina uma lição de SACRIFÍCIO ABNEGADO – Jesus nos ensina através da Sua morte. Ele veio ao mundo para dar Sua vida em favor dos Seus escolhidos. Ele morreu pela Sua igreja. Ele deu a vida pelas Suas ovelhas. Sendo Deus não julgou como usurpação o ser igual a Deus, antes Se esvaziou e Se humilhou até à morte e morte de cruz. Jesus ofereceu Sua vida. Sua morte foi voluntária. Ninguém podia tirá-la dEle, ao contrário, espontaneamente Ele a deu. Ele caminhou para a cruz como um rei caminha para a coroação. Na cruz Ele nos comprou para Deus. Na cruz Ele pagou a nossa dívida. Sua morte foi substitutiva. Ele morreu a nossa morte. Ele sofreu o nosso castigo. Ele Se fez pecado e maldição por nós, para que fôssemos santos e benditos para sempre. O patíbulo da Sua dor e de Sua horrenda morte, tornou-se a fonte de onde jorrou para nós copiosa redenção. Num sentido a morte de Cristo é única e não podemos imitá-lo. Só Ele pôde morrer vicariamente. Noutro, sentido, porém, aprendemos com Jesus em Sua morte, que devemos também dar a nossa vida pelos irmãos (1 Jo 3:16).

Jesus nos ensina no tempo e na eternidade. Ele é o nosso modelo agora e sempre. Ele nos disse: “Aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração” (Mt 11:29). No Natal que se aproxima, precisamos pensar menos na festa e mais na Pessoa de Jesus. Precisamos devolver a Jesus o sentido do Natal. As luzes, os cânticos, as iguarias, os presentes e toda a nossa agitação são vazios de significado se Jesus não for o centro da nossa vida, da nossa família, da nossa igreja. Que neste Natal possamos honrar aquele que desceu do céu para nos levar ao céu, aprendendo com Seu nascimento, vida e morte.

Pr. Hernandes Dias Lopes – 1º Igreja Presbiteriana de Vitória (ES)

biblia
Que preço você pagaria para estar na presença de Deus? Até onde você iria?

Deus nos deu um determinado período de tempo para estarmos na terra.
A maneira como vivemos pode se tornar um memorial ou pode sumir com o tempo.

Houve homens que encontraram sua missão na terra como Santos Dumont, Pelé, Ayrton Senna…
Essas pessoas escreveram ou fizeram algo de relevância na terra. E você?
Que tipo de história você está escrevendo. Que legado você está deixando?
Como será que o seu nome será lembrado?
Com alegria, ou com tristeza?

Para isto temos um bom exemplo bíblico: apóstolo Paulo.

Quase a metade do Novo Testamento foi feito por ele. Paulo foi embaixador do reino de Deus, seu nome é lembrado há quase dois milênios. Na cadeia ele dava frutos e até os demônios o conheciam.

Como ele escreveu esta história?
Como ele alcançou de Deus essa autoridade espiritual?
Foi uma espécie de Moisés do Novo Testamento e foi poderosamente usado pelo Senhor.
O que ele fez, que tipo de decisões ele tomou para se tornar esse homem, se ele era igual a nós.

Tudo está resumido na seguinte frase: Marcas de Jesus
“Para terminar: que mais ninguém crie dificuldades para mim, pois as marcas no meu corpo mostram que sou escravo de Jesus.” (Gálatas 6.17)

Não foram poucos os opositores e muitos foram os problemas por ele enfrentados. Seu ministério e sua vida foram constantemente questionados!

Que marcas são essas? Sérias a ponto de serem usadas em sua defesa.
Se você quer escrever uma vida como Paulo escreveu, você precisa dessas marcas.

Marcas da Perseguição
É de Paulo a frase “é impossível agradar a Deus sem perseguição”.

Paulo era judeu, hebreu que nasceu em Tarso. A universidade de Tarso disputava com Alexandria que era uma das maiores metrópoles. Paulo teve uma excelente educação.
Era judeu verdadeiro que seguia todas as tradições. Eles eram fariseus, que era uma facção religiosa dos judeus. Seu mestre foi Gamaliel. Era fariseu de carteirinha e se tornou um dos maiores perseguidores da igreja. Ele fazia isso porque achava que agradava a Deus.
Paulo era um fanático religioso, que matava em nome de Deus.
O primeiro mártir foi Estevan e quando ele foi apedrejado até a morte, Paulo estava lá. Ele era o orgulho dos judeus!

Só que ele se converteu e saiu pregando o evangelho que ele tanto perseguia. Virou pedra de tropeço e traidor para os fariseus. Paulo foi odiado e perseguido na terra e nos céus. O próprio inferno começou a persegui-lo.

II Coríntios – por 5 vezes foi açoitado por 39 chicotadas.
O máximo que um homem agüentava era 39, pois com 40 ele morria. Eles queriam judiar dele e não matar.
Uma vez foi apedrejado até quase morrer. Quase se afogou em rios. Passou por 3 naufrágios. Até os falsos irmãos eram um problema. Tudo por amor a Jesus Cristo, e pela causa que Ele colocou em suas mãos.

Quando você for caluniado, perseguido, lembre-se que você está glorificando a Deus. Deus está te levantando, patentes espirituais estão sendo dadas a você.

Marcas da Humildade
“O filho do homem não veio para ser servido e sim para servir”.

Paulo foi servo, foi humilde. Uma pessoa que faz o que ele fez é muito perseguido.
A perseguição faz com que as pessoas não consigam ir até o fim. Mas isso não aconteceu com Paulo, ele começou e foi fiel até o fim. Ele não se corrompeu. Ele foi um homem íntegro, correto.
Alguém alguma vez ouviu Paulo dizer que ele estava frio? Que ele precisava voltar ao primeiro amor?
Nunca foi pego no orgulho, na vaidade. Foi humilde. Deve ter ouvido vários elogios, mas devolveu a glória a Deus. Ele não era prepotente.

Colossenses 4.3 – ele disse que virou servo.

Gálatas 6.14 – ele não se gloriava em nada.

Deus vai te levantar e se você deixar subir pra cabeça, já era.

Marca da Intercessão
Ele foi um homem de intercessão.
Toda carta que escreveu começava falando “estou orando por vocês”.

I Tessalonicenses 5.17 – ele orava, e vivia em espírito.
Paulo tinha um canal aberto com Deus. Um homem que criou uma amizade forte com Jesus Cristo.
Essa amizade trouxe uma outra marca, a do sobrenatural.

Atos 9 conta a conversão sobrenatural de Paulo. Ele ficou cego e quando o levaram para Damasco, ele jejuou e orou por 3 dias. Ele teve uma visão em 1 ou 2 dias de conversão. Deus revelou quem iria curá-lo.
Suas experiências foram tão fortes que a Bíblia diz que ele foi arrebatado ao terceiro céu.
1º céu – nossa atmosfera
2º céu – onde ficam os anjos e os demônios
3º céu – onde Deus está

No terceiro céu, Paulo viu e ouviu coisas inefáveis, que não podiam ser ditas aos homens porque eles não entenderiam. Ele era como eu e você e assim como Deus usou Paulo, Ele também quer te usar.

Paulo curava as pessoas.
Ele fez aquilo que Jesus disse: Vocês farão coisas maiores que eu fiz.

Quando você estiver sendo perseguido, vai orar, vai curar.
Você foi chamado por Deus para escrever história e não para engrossar o caldo ou fazer número.

Marca da Obediência
Jesus foi obediente até a morte, Seu objetivo era a cruz.
Paulo também foi obediente.

Atos 16.10 – Paulo teve uma visão e foi realizá-la.
Nem pediu confirmação. Foi e fez a vontade do Pai.

Quando fazemos à vontade do Pai é sucesso na certa.

Eu quero carregar as marcas de Jesus Cristo.

Se você fizer o que Deus manda, sua vida vai escrever uma história de sucesso, uma história feliz.

Eu quero as minhas marcas
Eu quero as minhas experiências
Eu quero as marcas de Cristo que Paulo carregava.
 
Deus abençoe
 
Ap. Rina – Igreja Evangélica Bola de Neve

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