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amanhecer1

As promessas do Senhor são confiáveis e infalíveis. Entretanto, muitas pessoas que enfrentam situações difíceis enquanto esperam que aquilo que Deus prometeu cumpra-se em sua vida, costumam perguntar: “Por que as promessas do Senhor não se realizam da maneira como desejamos, e no tempo que achamos ideal, propício?”. Elas não entendem porque às vezes as circunstâncias caminham na contramão das vitórias que Deus prometeu.

Quando você estiver passando por adversidades, lembre-se de que “todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados pelo seu decreto” (Romanos 8.28).

Mesmo que a vida delineie diante de você um panorama de adversidades, de contradições, de situações conflitantes e difíceis, mantenha-se firme na fé, jamais duvide das promessas e da fidelidade do Senhor.

Continue confiante no plano de Deus para sua vida, mesmo sentindo que uma forte ventania e uma grande tempestade o têm envolvido. De acordo com as promessas de Deus, era para estar soprando uma brisa suave. Mas não se deixe abalar. Se o vento é fortíssimo e atrapalha a sua caminhada, não se esqueça de que você tem promessas de Deus, e que Suas promessas não falham. Tudo o que está acontecendo agora é circunstancial, é momentâneo. As dificuldades cessarão.

Mesmo que você esteja debaixo da correção de Deus, não deve esquecer que o Senhor é bom, e que as suas misericórdias duram para sempre. O salmista Davi nos chamou a atenção para isto:

“Porque não passa de um momento a sua ira; o seu favor dura a vida inteira. Ao anoitecer pode vir o choro, mas a alegria vem pela manhã” (Salmos 30.5-6, ARA).

As promessas do Senhor são infalíveis. Espere com fé, pois Ele não se esqueceu de você. Em Isaías 55.8, o Senhor diz:

“Porque os meus pensamentos são mais altos do que os vossos pensamentos”. (Isaías 55.8)

As circunstâncias adversas que surgem antes que as promessas de Deus se cumpram têm que ser consideradas segundo a ótica de Deus, e não segundo a visão limitada do ser humano. Não sabemos nem temos a capacidade de pensar como Deus. Somente após uma entrega total de nossa vida a Jesus é que poderemos “ter a mente de Cristo” (1 Coríntios 2.16). Só então entenderemos porque a vontade de Deus prevalece acima das contradições da vida.

Pr. Silas Malafaia – Assembléia de Deus na Penha (RJ)

* Trecho da mensagem A vontade de Deus e as contradições da vida, pregada no 11º Congresso Pentecostal Brasileiro Fogo para o Brasil.

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fogueira

Eu moro no nordeste. Para muitas pessoas aqui, Junho é o mês de São João. Maria, a mãe do nosso Senhor Jesus Cristo e Isabel eram parentes (Lc 1:36). Segundo a tradição, elas combinaram para que, quando o filho de Isabel nascesse, esta ascenderia uma fogueira para avisar a Maria. Daí surgiu a tradição das fogueiras na véspera de São João. O filho que nasceu a Isabel foi aquele conhecido como João Batista.

Hoje, curiosamente, devido à proximidade do feriado de São João com o de Corpus Christi, muitos resolvem “trocar” o feriado de Corpus Christi pelo de São João. Ou seja, ao invés de separar um dia para comemorar Corpus Christi, uma data designada para lembrar a instituição da eucaristia, comemoram uma data mais festiva, a de São João.

Alguns podem alegar com toda razão que nenhuma das datas consta nas Escrituras e portanto não devem ser nem reconhecidas. Mas, outros respeitam e separam um tempo especial para estes dias. Talvez nem devíamos ligar. Ou talvez poderíamos aproveitar a oportunidade para lembrarmos a nós mesmos e aos nossos próximos que, por trás de feriados e datas e nomes de santos, haviam personagens verídicos, com histórias de grande importância para nós hoje. O que será que o próprio João Batista, o “São João”, teria pensado? Como era o São João da Bíblia?

A missão de João foi prevista em profecia (Mt 3:3; Isa 40:3; Mal 3:1) e seu nascimento anunciado por um anjo (Lc 1:13-17). Ele era cheio do Espírito Santo desde antes que nasceu (Lc 1:15). Como adulto, João pregou com poder, sendo ouvido por multidões que se arrependeram e foram batizadas (Mc 1:4-5). O próprio Jesus pediu para ser batizado por João (Mt 3:13) e afirmou que “entre os nascidos de mulher, ninguém apareceu maior do que João Batista” (Mt. 11:11).

Apesar de tudo isso, João reconheceu que por maior e mais importante que sua missão fosse, ele seria ultrapassado por Jesus. Ao se comparar pessoalmente a Jesus, ele afirmou “Convém que ele cresça e que eu diminua.”

João falou assim de Jesus:
“Após mim vem aquele que é mais poderoso do que eu, do qual não sou digno de, curvando-me, desatar-lhe as correias das sandálias.” Mc 1:7
Quando Jesus quis ser batizado por João, João respondeu: “Eu é que preciso ser batizado por ti, e tu vens a mim?” Mt 3:14
…viu João a Jesus, que vinha para ele, e disse: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo! É este a favor de quem eu disse: após mim vem um varão que tem a primazia, porque já existia antes de mim.” João 1:29-30
“Convém que ele cresça e que eu diminua. Quem vem das alturas certamente está acima de todos; quem vem da terra é terreno e fala da terra; quem veio do céu está acima de todos” João 3:30-31

A profecia a respeito de João focalizou a coisa mais importante que ele seria e faria: “Voz do que clama no deserto”. João proclamou a vinda de Jesus. Ele anunciou a missão de Jesus. Ele não gastou seu tempo e energia falando de si ou de sua missão. Ele se concentrou naquele que era mais importante – Jesus. Alguém disse “João foi apenas uma voz, mas ainda podemos ouvir o som daquela voz ecoando pelos corredores dos séculos.”

O que aquela voz anunciou ainda precisa ser anunciado hoje. O mundo precisa ouvir ainda que Jesus é o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo, que há uma esperança e que a morte não é o fim das nossas vidas.

Nos anos ’50 o famoso evangelista W.E. Sangster descobriu que tinha uma doença incurável, que causava atrofia muscular progressiva. Seus músculos iriam aos poucos atrofiar e ele perderia sua voz. Sangster se entregou ao máximo no seu trabalho de missões domésticas na Inglaterra.

Mas, aos poucos sua voz acabou por completo. Tremendo, ele ainda conseguia segurar uma caneta. Na manhã de seu último domingo de páscoa, poucas semanas antes de falecer, ele escreveu um recado para sua filha.

Na mensagem ele escreveu, “É terrível acordar no domingo de Páscoa sem voz para proclamar “Ele ressuscitou!”. Porém, mais terrível ainda seria ter uma voz e não ter nada para proclamar.”

Ao lembrarmos “São João” nesta época do ano, podemos não ter muita eloqüência ou posição de destaque. Podemos estar apenas num lugar humilde e com poucos recursos. Mas, a maioria de nós temos tudo que João tinha – o conhecimento de quem é Jesus e o que Ele fez por nós – e uma voz para anunciar. Que sejamos fiéis naquilo que o Senhor nos deu e aonde ele nos colocou, vozes proclamando a Jesus Cristo, ainda que no deserto.

Dennis Downing

(http://www.iluminalma.com.br/vec/0906/24-sao_joao.html)

paraquedismo

Nos momentos de adrenalina, de muita onda e contato com a natureza, o relacionamento com Deus é essencial. As situações radicais experimentadas pelos esportistas fazem-nos pensar em uma vida de extremos — o que realmente ocorre —, mas nos levam também a examinar o real significado de ser radical.

Primeiramente, existe o pensamento secular de que, para ser radical, é necessário ser “maluco”, ultrapassar os limites e viver uma vida desregrada. Para os partidários dessa idéia, o radicalismo está associado a noites em claro, regadas a drogas e a uma condição de destaque no convívio social por esse tipo de “façanha”.

O que a Bíblia nos orienta, no entanto, é exatamente o contrário:.ser radical não é fazer o que a massa já faz, mas remar contra a maré. A vida radical, de acordo com os princípios bíblicos, sugere a idéia de que, se todos estão se destruindo por meio das drogas, você é aquele(a) que tem saúde, cuja vida é focada, que não precisa de aditivos para ser feliz e ter paz no coração.

Do mesmo modo, se ninguém tem religião e todos acham que isso não deve ser levado em consideração, você é aquele(a) que tem um relacionamento com Deus, que tem uma vida de oração, de leitura da Palavra de Deus, e cuja vida é iluminada em função disso.

Ser radical é viver contra as coisas que o mundo nos dita como certas. É saber que, enquanto todos procuram o maior número possível de parceiros, o número maior possível de “baladas”, você está junto da(o) sua/seu namorada(o), almejando constituir uma família, procurando fazer aquilo que é correto. Isso também lhe dá a segurança de ter uma pessoa que o(a) ama, que cuida de você e o(a) protege e que deseja honrá-lo(a) e respeitá-lo(a).

Ser radical é saber que tudo o que Deus tem para as nossas vidas, por mais que pareça diferente daquilo que o mundo oferece, vai lhe trazer benefícios e ajudá-lo(a) a ficar mais próximo de Deus. Ser radical é não se deixar influenciar por uma cultura que nos ensina o que é contrário a Deus e permitir-se influenciar pela cultura da Bíblia Sagrada, a Palavra de Deus, uma vez que ela foi escrita para nos revelar a vontade do Criador para o ser humano.

E, se foi Ele quem nos criou, ninguém melhor do que Ele para saber qual a melhor maneira de vivermos. Por isso, radicalize todos os aspectos da sua vida, principalmente o espiritual. Busque Deus de todo o seu coração e procure transformar a sua vontade de radicalizar em santidade, em seriedade com relação às coisas espirituais, em um pacto, uma aliança verdadeira com Deus. Isso o(a) levará a uma nova condição e você, em pouco tempo, perceberá que vale a pena confiar em Deus, vale a pena confiar na Sua Palavra, vale a pena ser radical. 

Fique na paz,

Ap. Rina – Igreja Evangélica Bola de Neve (SP)

luz-mao

O título é uma alusão ao que o Senhor Jesus certa vez disse aos discípulos. Eles não compreendiam os fatos. Eram-lhes obscuros. O Mestre cuidou de aquietar-lhes a alma e assegurar-lhes que, adiante, tudo ficaria claro.

Quantas vezes não é assim em nossa vida pessoal? Não conseguimos discernir o que acontece ao nosso redor ou conosco mesmo, e perdemo-nos em conjecturas extemporâneas, absurdas, sem saber aonde chegaremos ou quais serão os resultados.

Vemos as incompreensões, acompanhamos as injustiças, submetemo-nos aos julgamentos alheios precipitados e sem nenhum fundamento nos fatos, para, então, perguntarmos: “por que, Senhor?”

Por outro lado, há ocasiões em que Deus nos conduz pelo vale estreito sem que vislumbremos o que há depois da próxima curva. Parece que vamos cair no precipício. Ficamos inconformados com muitas coisas permitidas por Deus. Queremos respostas, mas não as temos. Foi o que Jó experimentou em sua vida pessoal. O que ouvia de Deus era o silêncio.

Mas assim como o patriarca atravessou o vale e então compreendeu a sua história, não será diferente conosco. Descansemos no Senhor. Esqueçamos as incompreensões. Não nos tornemos amargos com as injustiças. Amanhã saberemos por que temos passado por tudo isso.

O que faço agora, diz o Senhor, você entenderá depois.

Pr. Geremias Couto (Escritor, jornalista, conferencista, autor do livro “A Transparência da Vida Cristã”, um estudo teológico-devocional sobre o Sermão do Monte, comentarista da revista “Lições Bíblicas” para a Escola Dominical, publicada pela CPAD, pastor evangélico, presidente da Omega Mission Ministry, Inc, membro da Casa de Letras Emílio Conde, editor pela CPAD da Bíblia de Estudo Pentecostal, verbete do Dicionário do Movimento Pentecostal e Coordenador Nacional do projeto Minha Esperança, realizado no Brasil pela Associação Evangelística Billy Graham em parceria com as igrejas evangélicas, e Representante Nacional da mesma organização no Brasil).

Namorado-duvida

Muitas pessoas carregam no coração uma grande dúvida com relação à vida sentimental. Ou seja, como saber se esta ou aquela pessoa é a que Deus separou para mim? Como saber se este namoro é de Deus? Venho fornecer algumas dicas a este respeito. São dicas baseadas em experiências e orientações contidas na Palavra de Deus.

1ª dica – Os Frutos – Como disse Jesus, uma boa árvore se conhece pelos frutos “Portanto, pelos seus frutos o conhecereis” (Mateus 7:20). Assim, veja se o rapaz ou a moça é um servo de Deus, analise o seu comportamento, a sua vida com o Senhor. Cuidado, pois existem muitos lobos vestidos de ovelhas.  Certa vez eu namorei um rapaz e chegamos a ficar noivos. No começo ele me acompanhava no trabalho da igreja. Depois que ficamos noivos, disse que precisávamos dar um tempo da igreja e começou a querer me impedir de exercer meu ministério. Ou seja, começou a apresentar maus frutos. Eu então decidi terminar o namoro embora gostasse muito dele. Melhor fazer a vontade de Deus do que fazer a vontade dos homens, não é mesmo? Assim, ao namorar alguém precisamos verificar com atenção os seus frutos.  É preciso tomar cuidado quanto a isto, pois muitas vezes, por estarmos envolvidos sentimentalmente, não prestamos a atenção neste aspecto. Criamos uma certa ilusão e nos esquecemos de analisar os frutos da pessoa. Por este motivo, analise friamente os frutos da pessoa que está se envolvendo. Veja a sua vida na igreja e especialmente em casa, se é um bom filho ou boa filha, analise também o seu comportamento profissional, etc.  É muito fácil ser cristão na igreja, os verdadeiros frutos são revelados no dia a dia, nos bastidores.

2ª Dica – A paz – A Palavra de Deus diz que a “paz” deve ser o árbitro em nossos corações “Seja paz de Cristo o árbitro em vosso coração” (Col. 3:15). O árbitro é aquele que resolve uma questão, que direciona. Ou seja, a paz deve ser o indicativo se o relacionamento é ou não da vontade de Deus. Assim, se o namoro é algo que rouba paz, que leva a pessoa a ficar  distante de Deus, que traz inquietação, perturbação, cuidado pois há algo de errado. Lutas e obstáculos sempre existirão, enfim, lutas externas e até desentendimentos esporádicos causados por diferenças de opiniões. Todavia, se o relacionamento rouba a sua paz interior, especialmente a sua comunhão com Deus é um grande indício que de o Senhor não está nesse relacionamento.

3ª dica – É paixão ou amor? – Um outro aspecto relevante é questão da diferença entre amor e paixão. Às vezes nos envolvemos numa paixão e nos machucamos achando que é amor. Paixão é algo avassalador, que nos leva a perder a razão, a lógica e até o temor de Deus. O amor, ao contrário, já é um sentimento maduro, consciente, nasce aos poucos, se desenvolve com o tempo e vai se fortalecendo diante das dificuldades. A paixão á algo passageiro, não resiste à distância, esfria, não espera. O amor, ao contrário, permanece “o amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera e tudo suporta” (I Cor. 13:07). O amor sabe esperar o momento certo para o sexo (o casamento). A paixão não, pois é pura emoção. Para exemplificar esta questão, cito, como exemplo, o sentimento de Amnon por Tamar (II Samuel 13) e o sentimento de Jacó por Raquel (Gênesis 29).  Amnon se apaixonou por Tamar, sua irmã.  Após ter tido relações sexuais com ela, a deixou friamente.  Quantos jovens abandonam moças grávidas após satisfazer os seus desejos sexuais?! Jacó, por sua vez, amou a Raquel e o seu amor o fez esperar 7 anos até finalmente tê-la em seus braços. Além disso, trabalhou mais 7 anos para poder estar ao lado de sua amada definitivamente.

4ª dica – Enriquecimento – A Palavra de Deus afirma que a benção do Senhor enriquece e não acrescenta dores (Prov. 10:22).  O namoro que é da vontade de Deus traz um enriquecimento mútuo. Ou seja, traz um enriquecimento na área espiritual, profissional, familiar, etc. Deus que ama e cuida de nós certamente colocará alguém em nosso caminho que nos abençoe, que tenha algo de bom a acrescentar em nossa vida, que nos ajude a dar continuidade aos nossos sonhos.  Lamento muito quando vejo jovens se envolvendo sentimentalmente com pessoas que nada têm a acrescentar em suas vidas. Ao contrário, são pessoas que surgem para roubar a paz, o futuro e para trazer dor e destruição. O namoro, em caso como estes, se torna um verdadeiro sofrimento.

5ª dica – Convicção – Jesus certa vez disse que a palavra do cristão tem de ser sim, sim ou não, não e que tudo o que passar disso é de procedência do maligno (Mateus 5:37). Neste caso, o namoro aprovado por Deus é algo certo, definido e não indeciso.  Quando o relacionamento é envolto por inseguranças e incertezas, algo está errado e precisa ser revisto, pois a dúvida não procede de Deus.  Por isso, ao relacionar-se sentimentalmente com alguém é preciso pedir ao Senhor a confirmação sobre o namoro.  Se não houver certeza, ore bastante e busque a direção de Deus e se preciso for, abra mão do relacionamento antes que alguém se machuque.  Jamais se relacione com alguém sem que haja essa confirmação, essa convicção sobre os seus sentimentos. Entenda que um casamento é para toda vida. Afinal de contas, você está namorando pensando no futuro, fazendo planos para formar uma família. Se a sua visão é apenas ficar, passar o tempo, reavalie profundamente os seus conceitos, pois este não é o plano de Deus para o namoro.  

Aos solteiros, aconselho a que não se atemorizem com o tempo, pois vale a pena esperar em Deus. E como descrito em Eclesiastes 3, existe um tempo determinado para todo propósito debaixo do céu. Assim, o melhor a fazer é buscar a Deus, crescer espiritualmente e profissionalmente. Enfim, adquirir maturidade em todos os aspectos para que quando chegar o tempo de construir uma família, você possa ter uma estabilidade espiritual, emocional e material.

Prª. Ioná Loureiro. Formada em Letras, autora de diversas reflexões bíblicas em sites evangélicos. Pertence a Igreja Apostólica Renascer em Cristo (Penha) – RJ

DIP2009

O que é o Domingo da Igreja Perseguida?

O Domingo da Igreja Perseguida (DIP) foi criado pelo Irmão André, fundador da Portas Abertas, com o objetivo de unir cristãos em torno de um só motivo: nossos irmãos que pagam um alto preço por sua fé.

A data varia de ano em ano, pois é marcada para o domingo seguinte ao de Pentecostes. Esse critério foi adotado porque, no relato bíblico em Atos 4, o início das perseguições aos cristãos acontece logo após a descida do Espírito Santo, com a prisão de Pedro e João. Simbolicamente, pode-se dizer que essa foi a “fundação” da Igreja Perseguida.

Organizadores voluntários mobilizando igrejas para o DIP

Em 2008, 1.719 igrejas brasileiras participaram do DIP. Essa mobilização só foi possível graças à ação de voluntários – pessoas que conhecem a causa da Igreja Perseguida e se prontificam a divulgar, em suas igrejas e comunidades, as necessidades dos nossos irmãos perseguidos.

Em 2009, o DIP acontecerá no dia 7 de junho. Precisamos de sua ajuda para envolver um número maior de participantes. Até que todas as igrejas brasileiras conheçam a realidade dos cristãos perseguidos, não podemos nos acomodar!

Nos meses que antecedem o DIP, a Revista Portas Abertas publica suplementos e testemunhos que servirão de ferramenta para o organizador. Se você ainda não recebe a revista, veja aqui como é fácil tê-la todos os meses em sua casa.

Um dia inteiro de atividades: você escolhe a melhor para sua igreja

Um dia inteiro dedicado à oração e à lembrança desses irmãos que sofrem por sua fé! Irmãos que são exemplo de perseverança e de amor ao nosso Deus. As classes de escola dominical, as reuniões dos departamentos e os cultos desse dia poderão ser inteiramente dedicados ao DIP.

Esta é uma oportunidade para envolver adultos, jovens, adolescentes e crianças da Igreja brasileira com a Igreja Perseguida. E isso é feito por meio da oração e do relato de histórias e variadas situações vividas por nossos irmãos perseguidos.

 

Seja um organizador voluntário do DIP 2009

Você pode cadastrar seu nome como um organizador voluntário. Agende desde já o dia 7 de junho com seu pastor e ajude a divulgar a Igreja Perseguida em sua igreja. 

Clique aqui para confirmar sua participação!

 

Mais informações, acesse: www.portasabertas.org.br

bolafutebol

(1 Sm 17:1-51

Toda pessoa que torce por um time de futebol, lembra-se de uma daquelas vitórias inesquecíveis, de uma virada fantástica e muito emocionante nos últimos minutos, e que sempre gosta de lembrar como a grande virada do seu time do coração. 

Para nosso fortalecimento e encorajamento, foi relatada nas escrituras sagradas a grande virada envolvendo dois exércitos, duas nações, dois guerreiros. Sim, estamos falando do combate mais famoso da bíblia, envolvendo guerreiros que representavam suas nações, estamos falando de DAVI X GOLIAS

Vejo nessa história um exemplo clássico da guerra espiritual do crente que, diariamente, tem que enfrentar a satanás, representado pelo gigante filisteu. 

Antes de pensarmos na grande virada, pensemos na tática de guerra de Golias, para aprendermos como o diabo age contra o povo de Deus, o Seu exército nesse mundo. Os dois exércitos, dos filisteus e de Israel estavam acampados e preparados para a batalha, quando, inesperadamente, Golias, um gigante de 2,70 de altura se aproxima e desafia um guerreiro do exército de Israel, para uma batalha representativa: 

1. Ele quer intimidar com sua imagem gigantesca e assustadora (1-7) – Golias, um gigante fortemente armado, experiente nas batalhas, conhecido por suas vitórias esmagadoras sobre seus oponentes, apresenta-se e caminha até poder ser visto e ouvido por todos. Vejo aqui uma das artimanhas de satanás, querendo intimidar os soldados de Cristo, ele se apresenta como um gigante poderoso e assustador, com o objetivo de intimidar, e assim, tirar o guerreiro de Deus do combate.  

2. Ele quer afrontar os exércitos de Deus (8-10) – Eta sujeitinho folgado e arrogante esse Golias, o cara se acha demais da conta e, se sua aparência já era assustadora, imaginem quando, aos berros, ele levanta sua poderosa voz e começa a afrontar, não somente os soldados, como, também, o próprio Deus de Israel. Pois é assim que age satanás, ele usa de muitas maneiras para ofender, desafiar e humilhar os servos de Deus, e, consequentemente, o próprio Deus. 

3. Golias continua na ofensiva (16) – ele quer ganhar de goleada, por isso, durante 40 dias ele se levanta de manhã e à tarde, para afrontar os exércitos do Deus vivo. Vejam como o diabo faz, ele, enquanto permitem, vai avançando dia após dia e dominando o pedaço, e seu alvo é destruir a vida do servo de Deus, deixando-o sem coragem e sem forças para lutar, tirando-o permanentemente da batalha. 

4. Golias cresce e o exército de Deus diminui – Esse é o resultado, o gigante parece cada vez mais poderoso e imbatível, nessa altura do jogo, ele está sendo louvado e engrandecido por todos. Quando satanás consegue enfraquecer o exército de Deus, ele é, de certa forma, louvado e engrandecido. Esse é seu principal objetivo, impedir a adoração a Deus, e assim, ser ele adorado. 

PLACAR PARCIAL NO ESTÁDIO DO VALE DE ELÁ:

GOLIAS 80 X ISRAEL 0

Continua abaixo…

Pense:

Nessa batalha sua contra o gigante filisteu, quem está vencendo? Se for ele, não seria essa a hora da grande virada em sua vida?

Tuta Moraes

VOCÊ NÃO PODE FICAR DE FORA DESTE GRANDE EVENTO.

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Mais informações, acesse: www.essaeahora.xpg.com.br

pais_e_filhos

 

Uma das sensações mais agradáveis a um líder é a certeza de formar um corpo com sua congregação. Não importando a procedência de cada membro, o melhor é saber que somos “um”, que somos um corpo, que somos uma família. De fato, o conceito divino de Igreja nunca esteve associado a edifícios, programações, métodos ou organizações (que são, antes, necessidades humanas), mas ao conceito de família. A Igreja é um organismo vivo, uma família, originária dos relacionamentos entre pessoas que, por sua vez, relacionaram-se previamente com Deus por meio de Jesus. E o projeto de Deus para a Igreja é que essas famílias se reproduzam ao longo das gerações.

Deus olha para a humanidade pela perspectiva genealógica. Seu plano espiritual inclui a reprodução contínua da família, manifesta especialmente na geração de “filhos espirituais”. E se não dermos continuidade ao que está sendo feito, corremos o risco de presenciar a morte dos projetos de Deus no nosso meio. Quando não produzimos filhos, nossa posteridade espiritual é atrofiada, nosso legado é dissipado: tornamo-nos apenas um vento que passou numa geração, abortando a geração seguinte.

Um dos segredos do sucesso da Igreja primitiva está justamente na geração de filhos, expressa particularmente no texto bíblico em 1Cor. 4:15-17:

Porque, ainda que tivésseis milhares de preceptores em Cristo, não teríeis, contudo, muitos pais; pois eu, pelo evangelho, vos gerei em Cristo Jesus. Admoesto-vos, portanto, a que sejais meus imitadores. Por esta causa, vos mandei Timóteo, que é meu filho amado e fiel no Senhor, o qual vos lembrará os meus caminhos em Cristo Jesus, como, por toda parte, ensino em cada igreja.

Nesse trecho, o apóstolo Paulo, na condição de pai da Igreja de Corinto (visto que a gerou no Evangelho), envia Timóteo para ministrar aos fiéis, como se ele próprio os tivesse ministrando. Timóteo, que fora treinado, ensinado e discipulado por ele, acompanhando-o em viagens e recebendo da mesma unção, como filho de primeira geração, poderia ministrar em seu lugar como se ele mesmo estivesse ministrando. Observe que (no verso 17) Paulo não diz, “Por meio de Timóteo, vocês se lembrarão dos caminhos de Deus, ou dos caminhos de Jesus”, mas, “[Ele] vos lembrará os meus caminhos em Cristo Jesus“. O que Paulo quer dizer é que ele é um referencial, um modelo para a Igreja, que os fiéis devem viver do mesmo modo que ele, pois essa é a vontade de Deus. Foi por isso que a Igreja primitiva expandiu na terra.

A comprovação da perspectiva genealógica de Paulo é vista em 2Timóteo 2:2, quando diz a esse discípulo: “E o que de minha parte ouviste através de muitas testemunhas, isso mesmo transmite a homens fiéis e também idôneos para instruir a outros“. Paulo está orientando Timóteo a que, ao ouvir os testemunhos sobre ele, transmita-os a outras pessoas (que formarão uma segunda geração) e que essas pessoas sejam capazes de, da mesma maneira, transmiti-los a outras (que formarão a terceira geração e assim sucessivamente). E, à medida que Timóteo transmite os ensinamentos de Paulo a outros, e esses por sua vez, os passam aos seguintes, Paulo (pai de Timóteo) torna-se, avô, bisavô e tataravô de muitas gerações.

O mesmo deve acontecer conosco: Deus nos chamou a gerar uma linhagem espiritual e essa é também uma promessa para cada cristão. Deus deseja que nos tornemos pais espirituais e que, depois de nós, nossos filhos gerem outros filhos, perpetuando a família. Essa é a nossa herança e que deverá ser apresentada no céu, quando estivermos diante de Cristo. No “Dia do Senhor”, o fruto do nosso ventre é que será ofertado: “Herança do SENHOR são os filhos; o fruto do ventre, seu galardão” (Salmo 127:3).

Não é fácil gerar filhos. Como a geração de filhos faz parte da mentalidade de um novo tempo, do despertar para a necessidade de paternidade da parte de Deus na terra, essencialmente, a geração de filhos é parte de um período de transição e todas as transições são muito difíceis. Quando Deus faz algo novo e somos obrigados a entrar em territórios desconhecidos, sentimo-nos desorientados, desgastados e pressionados e entramos em conflito muito facilmente.

Uma das primeiras dificuldades que enfrentamos é o fato de que a paternidade exige muito de nós. A chegada de um filho transforma completamente as nossas vidas, não apenas inserindo-nos em uma nova rotina, mas mudando o enfoque das nossas prioridades. Aquele que deseja gerar filhos deve pensar menos em si mesmo e concentrar-se no que Deus está realizando por meio de sua vida. É necessário pensar como Paulo, em 1Cor. 10:33: “assim como também eu procuro, em tudo, ser agradável a todos, não buscando o meu próprio interesse, mas o de muitos“; ter a atitude de desprendimento de Abraão, ao despedir-se de Ló, colocando-se em segundo plano para que a segunda geração tivesse a primazia (leia Gen. 13); e a abnegação do próprio Jesus que, “sendo rico, se fez pobre por amor de vós, para que, pela sua pobreza vós vos tornásseis ricos” (2Cor. 8:9).

Há também que se superar dois sentimentos antagônicos: por um lado, a tristeza pela possibilidade de incompreensão por parte dos filhos (uma vez que, ao crescerem, eles geralmente se rebelam, os pais passam de heróis a retrógrados e existe sempre muita ingratidão); e, por outro lado, o ciúme que se possa nutrir intimamente por eles. No caso ministerial, esse problema é tão sério, que pode levar um líder não apenas ao sentimento de posse com relação aos membros (julgando-os seu rebanho em vez de rebanho do Senhor [leia 1Pedro 5:2]), como incorrerem em situações de competitividade com outros líderes, tão prejudicial à vida espiritual e à Igreja como corpo.

E, por fim, há que se vencer o próprio medo de envelhecer. Se gerar filhos significa tornar-se patriarca de gerações (ou seja, não apenas pai, mas avô, bisavô, e assim por diante), o que fatalmente implica em envelhecimento, há que se ter em mente o Salmo 92:14, que nos assegura que “Na velhice [os que geram] darão ainda frutos, serão cheios de seiva e de verdor“.

De fato, para gerar filhos é preciso seguir o exemplo de Elias. Elias foi um profeta muito ungido e que, ao transferir a sua unção para Eliseu, forjou as gerações vindouras dos filhos de Israel. As instâncias dos feitos de Elias são conhecidas: seu destemor ao desafiar o Rei Acabe e os caminhos tortuosos da nação israelense (1Reis 18:17-18), sua fé ao orar para que não chovesse sobre a terra por três anos e meio (lembrado pelo apóstolo Tiago, em Tg 5:17), o que realmente aconteceu; e são conhecidas também as suas falhas: por exemplo, por preferir andar sozinho a maior parte do tempo, Elias incorreu em situações de julgamentos errôneos e sentiu-se desencorajado, tornando-se propenso a ciladas do inimigo (leia 1Reis 19:3-4). Aquele que se isola sempre se torna um alvo fácil.

No entanto, ao transferir a capa a Eliseu, ao mesmo tempo que Elias lhe confere (e assim à geração seguinte) uma porção dobrada de sua unção, continua em sua posição de honra, pois, aquele que é enviado não é maior do aquele que o envia. Embora Eliseu tenha realizado o dobro das obras de Elias, Elias permaneceu como o profeta maior.

E o mesmo pode ocorrer conosco: se confiarmos os assuntos de Deus às gerações que nos precedem e as treinarmos a depender somente Dele (jamais de nós mesmos!), ao mesmo tempo que os veremos cheios de poder e realizando obras até mesmo maiores, perceberemos o nosso próprio crescimento. Quanto mais damos, mais recebemos de Deus. Quanto mais unção se transfere, mais o nosso vaso se enche. E, porque geramos, veremos o nosso próprio ministério triunfar em vitória.

Deus o abençoe,

Ap. Rina – Igreja Evangélica Bola de Neve

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