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fazendeiro

“Tudo tem a sua ocasião própria, e há tempo para todo propósito debaixo do céu” (Eclesiastes 3:1).

Que bem faria, ao fazendeiro, ficar zangado com sua plantação por demorar mais a produzir as frutas do que ele imaginava que demoraria? Sua raiva de nada adiantaria. Não produziria nenhuma modificação em sua plantação. Ele não tem poder para apressar o amadurecimento das frutas. Da mesma forma que o fazendeiro põe em prática a sua paciência e longanimidade esperando pelo tempo certo da terra produzir o seu fruto, devemos nós esperar pela presença do Senhor.

Nós, seres humanos, somos muito apressados. Não sabemos esperar por nada. Qualquer atraso, seja do que for, nos irrita e tira a nossa paz. Queremos tudo na hora, ou até “para ontem” como muitos dizem. Esquecemos que a paciência é uma virtude, um dom divino, uma maneira de viver muito mais abundantemente.

Quando temos um sonho a realizar, queremos que aconteça na hora por nós determinada. Quando enfrentamos uma dificuldade qualquer, queremos que seja solucionada imediatamente. Não aceitamos nem alguns minutos a mais. Quando oramos pedindo uma bênção, cremos que ela virá no mesmo instante e, caso isso não aconteça, começamos a murmurar pelo descaso e indiferença de Deus.

Mas não deve ser desta forma. Assim como os frutos têm um tempo próprio para crescer e madurar, todas as demais coisas têm seu tempo determinado para acontecer. O nosso Deus é soberano. Ele sabe o tempo certo. Ele tem coisas maravilhosas para nós mas, não é dirigido por nossa vontade.

Se você está esperando com ansiedade uma bênção do Senhor, não desanime. Seja paciente que ela logo chegará.

 

Pr. Paulo Roberto Barbosa – I. B. em Vila Gerti – São Caetano do Sul (SP) 

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rosa-branca

“Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, donde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; e se não, brevemente virei a ti, e removerei do seu lugar o teu andeeiro” (Apocalipse 2:4, 5).

Um religioso declarou: “Nos primeiros cinco anos de meu ministério, eu mantive um quadro em minha escrivaninha que dizia: ‘Ganhe o Mundo para Cristo’. Nos cinco anos seguintes de meu ministério, eu troquei o quadro para: ‘Ganhe Um ou Dois para Cristo’. Depois dos primeiros dez anos, o quadro em minha escrivaninha, até hoje, diz: ‘Tente não perder Muitos.”

O que tem sido feito de nossa motivação na obra de Deus?
Para onde seguiu a alegria do primeiro amor?

Aquele ímpeto inicial, aquela determinação, a prioridade do “buscar em  primeiro lugar o reino de Deus”, por que não têm a mesma força de antes?

Quando Cristo toma o lugar principal em nosso coração, a nossa alma se enche de regozijo e não há nada mais agradável para nós do que estar diante dEle, louvar o Seu nome, ler a Sua Palavra, compartilhar a Sua salvação. E essa felicidade que deveria ser eterna, muitas vezes vai se esfriando, apagando, desaparecendo, até ser totalmente esquecida.
Quando nos damos conta, estamos novamente tristes, desanimados, angustiados, sem o brilho característico dos vitoriosos.

Diga agora mesmo: basta! Basta de enganos, de infortúnios, de mentiras, de vida sem sentido. Volte a hastear a bandeira da felicidade e da vida  abundante e verdadeira. Segure as mãos do Senhor e não as largue por motivo algum deste mundo.

Se você se mantiver firme ao lado de Cristo, seu candeeiro espiritual iluminará cada vez mais a Sua vida, a sua casa e os lugares por onde passar. Seu primeiro amor será um quadro que jamais será tirado da escrivaninha de seu coração.

Pr. Paulo Roberto Barbosa – I. B. em Vila Gerti – São Caetano do Sul (SP) 

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