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oracao

Jó 22.27

Jó viveu o auge do sofrimento. Ele saiu de uma situação próspera e tranqüila, para um terrível sofrimento num único momento. Ele era admirado e possuía uma grande família, riquezas e gados, mas da noite para o dia, perdeu tudo. E ele não sofreu somente abalos na sua riqueza, mas também teve forte abalo emocional pela perda dos filhos. E como se não bastasse, também foi atingido na sua saúde. Ele foi tocado por uma chaga maligna.

No seu sofrimento, Jó é visitado por três amigos. Eles choraram por sete dias e sete noites, sem proferir qualquer palavra. Mas estes homens começam a falar, e cada um tem o seu discurso. E Elifaz é um destes. Ele traz a sua visão, ensino e conselho para Jó. Elifaz   teve uma leitura parcial do quadro de Jó. Ele buscou pecado em Jó, pois para ele, isto seria a causa de todo o seu sofrimento. Mas Elifaz também traz uma possível solução. E embora que Jó fosse a pessoa errada para escutar aquele conselho, o conteúdo é bom e correto.

Ele sugere arrependimento e conversão a Deus para Jó. Mas ele também sugere uma oração. Ele diz: “Orarás a ele, e ele te ouvirá; e pagarás os teus votos.”

Elifaz nos ensina uma grande verdade. Eu não preciso esperar alguém orar por mim, eu posso orar ao Senhor. Isto fala da pessoalidade da oração. A oração era parte da solução do sofrimento. Mas parece que enxergamos a oração como um rito litúrgico, ou desencargo de consciência. Poucos vêem a oração como um instrumento que pode mudar a nossa história. A oração é pessoal e não podemos transferi-la. Existem pessoas que estão encarando quadros graves e sérios e que precisam orar. Jesus deu importância à oração, e nós também precisamos dar.

Neste texto encontramos três fases da oração. Isto diz que oração é um processo, ela tem o antes, durante e depois. Às vezes, até sabemos da importância da oração, mas pecamos em alguma destas fases. Vejamos elas:

1º – Antes da oração, precisamos ter a certeza que estamos sendo ouvidos. Parece simples, mas muita gente falha nisto. Existem pessoas que buscam a certeza se estão sendo ouvidas, durante a oração e não antes. Acham que só quando há alguma sensação ou arrepios, é que Deus está ouvindo a oração. Mas não é o que sinto, e sim o que creio, que faz com que a nossa oração seja ouvida. 

– Durante a oração, preciso ter a convicção de que falo diretamente com Deus. A oração não tem intermediários. Somente Jesus é o nosso mediador. Existem pessoas que estão se acostumando a pedir que outros orem por ela. Nós temos acesso direto ao Pai. Não podemos ter reservas ou vergonha. Podemos falar diretamente, do nosso jeito, sem protocolos. Não preciso esperar uma campanha de oração para que Deus faça um milagre em minha vida.

3º – Depois da oração, precisamos cumprir o que prometemos. Tem muita gente que descarta esta fase. Pessoas que se comprometem com coisas, mas não cumprem. Pessoas que embutem um propósito na oração, para dar um peso maior, e que quando são ouvidas, e são abençoadas, não cumprem os seus votos. Deus não apenas considera a oração, mas Ele também considera o voto. Deus espera que cumpramos os nossos votos. Deus vê a nossa aflição antes da oração, contempla a angústia durante, mas precisa ver também a nossa fidelidade depois da oração. 

Jodson Gomes – Assembléia de Deus em Bonsucesso (RJ)

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INTRODUÇÃO
a) Deus escolheu Davi e o tirou do meio da manada de ovelhas e o ungiu para ser rei de Israel.
b) O Espírito de Deus passou a habitar em Davi e ele foi capacitado para enfrentar o gigante, a ganhar importantes batalhas contra os inimigos do povo de Deus.
c) A boa mão de Deus era com Davi e ele ganhou a confiança de todo o povo.
d) Embora, fosse ungido rei, Davi nunca conspirou contra Saul. Deus usou o Saul externo para tirar o Saul do coração de Davi, para que Davi não fosse um Saul II.
e) Deus deu a Davi o reino, o povo, e a vitória contra os seus inimigos.

1. Os favores de Deus a Davi

2. Os descuidos de Davi
a) As vitórias de ontem não servem para hoje. Os grandes homens também caem. É preciso vigilência constante. Davi multiplicou mulheres e os reis não deviam fazer isso.
b) Davi não ministrava às suas mulheres.
c) Davi tinha 23 filhos. Seus filhos eram seus ministros, mas Davi não dialogava com eles.

3. A exaustação de Davi
a)
O pecado nos deixa estressados. O pecado traz solidão, angústia, estresse.
b) Davi está aqui fugindo de Absalão, seu filho. E nessa fuga, Davi está exausto à beira do Jordão. Vejamos quais foram as causas daquela exaustão?

• Hoje há pais exaustos. Há cônjuges exaustos. Vejamos 10 passos que levaram Davi à exaustão:

I.DAVI E A SUA INFIDELIDADE CONJUGAL – 1 Sm 11:1-5

• Davi estava no lugar errado, na hora errada, fazendo a coisa errada, vendo a pessoa errada, desejando uma experiência errada.
• Homens gostam de olhar, e mulheres gostam de ser olhadas.
• O mito da grama mais verde do outro lado da cerca.
Vejamos os passos: 1) Solidão; 2) Alimentar a sensualidade; 3) Tapar os ouvidos às advertências de Deus; 4) Consumar o desejo lascivo; 5) Tentar esconder o pecado; 6) Matar o marido da sua amante; 7) Casar-se com a viúva.
• Davi tinha 23 filhos que assistiram o show da sua vida adulterando e matando o marido daquela mulher.
• O
pecado vai levar você mais longe do que quer ir; O pecado vai reter você mais tempo do que quer ficar; O pecado vai lhe custar mais caro do que você quer pagar.

II. DAVI TENTA ESCONDER O SEU PECADO

• Pv 18:13: “O que encobre as suas transgressões, jamais prosperará, mas aquele que as confessa e deixa alcançará misericórdia”.
• Salmo 32: “Enquanto eu calei os meus pecados, envelheceram os meus ossos, pelo meu constante gemido dia e noite. A tua mão pesou sobre mim e o meu vigor tornou-se em sequidão de estio”.
• Há muitas pessoas hoje sem poder, sem autoridade, sem alegria, sem liberdade por causa do pecado.
O diabo amorçará você enquanto você não romper com o pecado.
• Moçada: cuidado para não ficar. Mantenha o seu namoro santo. Você está encobrindo alguma coisa no seu namoro? Cônjuge você é fiel ao seu companheiro da sua aliança?

III. DEUS CONFRONTA O PECADO DE DAVI ATRAVÉS DE NATÃ

• Davi ficou um ano afastado de Deus, tentando manter as aparências. Havia uma tonelada de culpa sobre a sua cabeça. O que ele fizera tinha sido mal aos olhos do Senhor.
• A parábola de Natã.
• Feliz o homem cujo pecado é coberta e cuja iniquidade é perdoada.
• Quando você se entrega a uma paixão, a uma aventura fora do casamento, você envolve toda a sua família.
• Deus disse para Davi por intermédio de Natã: “Agora, pois, não se apartará a espada jamais da tua casa, porquanto me desprezaste e tomaste a mulher de Urias, o heteu, para ser tua mulher” (2 Sm 12:20).
• Deus disse, ainda: “Deste motivo a que blasfemassem os inimigos do Senhor, também o filho que te nasceu morrerá” (2 Sm 12:14).

IV. A MORTE DO SEU FILHO

• Não brinque com o pecado. Quem zomba do pecado é louco. Contra essas coisas Deus é o vingador.
• Davi coabitou com Bateseba e justamente naquele dia a mulher ficou grávida.
• O menino morre por causa do pecado de Davi.
• Sete dias de choro e jejum, mas ele sofreu as consequências do seu pecado.

V. O ESTUPRO E INCESTO NA CASA DE DAVI

• Amnon nutre um sentimento doentio por Tamar.
• Amnon desonra Tamar.
• Tamar é envergonhada e fica desolada.
• 13:20 – Absalã se angustia.
• 13:21 – Davi só ficou irado, mas não confrontou seu filho. Por que? Porque não tinha cara nem autoridade.
Quando o pai não tem vida, perde a autoridade para corrigir os filhos.
• 13:22,23 – 2 anos sem nada se resolver na casa de Davi. Sabe quem é culpado? Davi! Por não ter cuidado da sua casa. Se nós não confrontarmos os pecados dos nossos filhos, pagaremos um alto preço pela nossa negligência.

VI. O ÓDEIO DE ABSALÃO POR AMNON

• 13:22 Absalão nutriu um sentimento de ódio por Amnon dois anos por ter este forçada a Tamar, sua irmã.
• 13:32 – Jonadabe, o mesmo homem que era uma víbora no ninho dos filhos do rei e deu o perverso conselho a Amnon, agora diz para Davi: “Não pense o meu Senhor que mataram a todos os jovens, filhos do rei, porque só morreu Amnon; pois assim já o revelavam as afeições de Absalão, desde o dia em que sua irmã Tamar foi forçada por Amnon”.
• Davi não fez nada para resolver esse problema, para estabelecer perdão na sua casa.

VII. ABSALÃO MATA AMNON

• Absalão disse para Tamar: Fica quieta minha irmã, porque eu vou acabar com ele.
• Absalão durante dois anos tramou e planejou a morte de seu irmão.
• Absalão, ainda procura Davi para ir à festa fatídica. Davi se nega a ir e Absalão, então, lhe roga para mandar Amnon. Davi: ou era um pai alienado ou um pai omisso, deixando de conversar com Absalão sobre o problema.
• A espada não se apartou da casa de Davi.
• O pecado dos pais desencadeia tragédias na vida dos filhos.

VIII. ABSALÃO FOGE – 13:34,37

• Absalão fugiu para a casa do pai de Bate-seba.
• Lá Absalão ficou 3 anos e Davi o procurava para persegui-lo. Quanto a Amnon apenas ficou irado, mas nenhuma conversa. Nenhum consolo a Tamar. Agora nenhuma palavra com Absalão, apenas perseguição.
• 14:28 – Agora mais 2 anos em Jerusalém sem ver a face do Pai. Ou seja, 5 anos sem ver o rosto do pai. Ele não encontra mais espaço para se reconciliar com o pai. Davi não quis perdoar o filho. Davi era contraditório. Ele amava Absalão, mas não o perdoava. Ele amava a Absalão, mas só foi verbalizar depois que ele morreu.
• Davi, nem isso você pode acertar? Pai você não pode imaginar o impacto negativo na vida de um filho, quando o agride em palavras.
• 14:29 – Absalão quer reconciliação.
• 14:32 – Absalão está arrependido. Temos que ter discernimento. Não podemos jogar fora essas horas. Davi perdeu a oportunidade.
• 14:32 – Absalão mandou um recado para seu pai: eu prefiro que o senhor me mate, mas fale comigo! Absalão disse: “Eu não aguento mais a ausência do meu pai!”
• Chega de orgulho, agora seu filho precisa de você! Pai e mãe, qual foi a última vez que você chorou com os seus filhos?
• 14:33 – Davi só beija, mas não fica só com seu filho. Não conversa, não confronta,não abraça, não fala com ele depois de 5 anos. Era hora de Davi confessar seu pecado para Absalão e dizer-lhe que o seu pecado tinha trazido tragédia na sua vida. Então, Absalão teria pedido perdão ao pai de matar seu irmão e fugir.

IX. A QUEBRA DE RELACIONAMENTO COM SEU FILHO

• 15:1 – Absalão por não ter perdão, conspira contra seu pai e passar a ter ódio de seu pai.
• Absalão trai Davi, rouba o coração do povo e agora quer matar o pai e tomar-lhe o trono.
• Agora Davi precisa fugir do próprio filho para salvar sua vida. Seu filho agora é seu inimigo.
• Que coisa triste é quando a família se transforma num campo de guerra.

X. ABSALÃO TOMA O TRONO DE SEU PAI TEMPORARIAMENTE E MORRE

• Agora temos 16:14 – Davi e todos estão exaustos! Infelidade, desobediência, esconder, morte, estupro, assassinato, separação, conspiração, a fuga e muitos outros sentimentos trouxeram Davi a uma exaustão emocional e física!
• Por providência divina Davi não morre nas mãos de seu próprio filho. Por providência divina seu trono não é usurpado. Mas a morte de Absalão não é vitória que pode ser celebrada por Davi. Absalão morre e Davi chora.
• Davi confessa seu pecado na hora errada, à pessoa errada. Ele teve todo tempo do mundo para dizer para seu filho que o amava, mas só disse no dia que ele morreu. Há pessoas que passam a vida toda sem demonstrar amor aos pais e aos filhos, mas no dia que morre, manda uma coroa de flores.

CONCLUSÃO

• Cuidado para você não perder os seus filhos enquanto busca sucesso.
• Cuidado para não destruir sua casa, entregando-se ao pecado.
• Cuidado para que o diálogo não morra dentro da sua casa.
• Deus na sua infinita graça, restaurou Davi e o fez um homem segundo o seu coração. Hoje há esperança para você! O maior tesouro que Deus lhe deu são seus filhos! O maior presente que você pode dar aos seus filhos é um casamento abençoado!

Rev. Hernandes Dias Lopes – 1ª Igreja Presbiteriana de Vitória (ES)

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Mateus 18:23-35 

 
Tem horas que pergunto: como é que Deus me agüenta? Há momentos em que só Deus mesmo.
 
Parece que viver nesta nossa carcaça é muito difícil e complicado devido às lutas da carne. Eu poderia viver como os anjos, que não têm essa história de luta.
Viemos de uma natureza pecaminosa e vivemos como Paulo, que deixou registrado em Romanos 7:19: que o mal que não queria fazer, este fazia.
 
É o velho homem que tenta aparecer para frustrar, decepcionar, e sempre que acho que estou fazendo alguma coisa certa, tudo dá errado; pior — é sempre na mesma área.
 
É neste momento que muitas pessoas param no meio do caminho. Acreditam que o cristianismo parece algo além daquilo que estão dispostos a fazer para Deus. Não por não amá-lo, mas por falhar muitas vezes e acharem melhor abrir mão de andar com Ele.
Por maior que seja o esforço, muitas vezes essa desistência de Deus é fatal. Pior do que isso é tentar dar um jeitinho – errar, não reconhecer o erro e não tentar consertar.
 
Para viver em paz tenho de aprender algo sobre graça, misericórdia e Reino.
 
Mateus 18:23-35
Este texto fala muito sobre perdão; veremos outros ensinamentos de Jesus por outro aspecto, através desta parábola.
 
Parábola é uma narrativa, ficção com intuito de trazer algo novo.
 
Havia um reino com um rei. Este rei queria fazer um balanço das finanças do reino. Neste balanço, o rei descobre que muitas pessoas deviam certos valores ao reino. Entre elas, um homem que deveria ser o “número 1” da lista dos devedores pelo valor da dívida. Era um valor muito alto que, se comparado e trazido para os valores de hoje seria mais ou menos o valor de 1 bilhão e oitocentos milhões de reais.
 
O que fica claro é que este homem não tinha condições de saldar esta dívida. Ele devia ser alguém de muita importância, que apresentou um projeto onde esta fortuna foi investida. Não sabemos, mas talvez este homem, por não saber administrar, perdeu este dinheiro e faliu. Sem ter com o que pagar a dívida, o rei dá uma ordem para que ele homem fosse vendido com toda a família e tudo o que tinha.
 
Esta parábola não vem falar sobre finanças, mas sobre Jesus querendo nos mostrar algo que estava relacionado com Ele e sua Igreja.
O rei tipifica Jesus Cristo e os servos simbolizam os cristãos, homens e mulheres que querem andar com Deus.
 
Versículo 26 – O homem se prostra e começa a reverenciar este rei.
 
Reverente (usado no texto no grego) = quer dizer bajulador; situação típica de um cão lambendo a mão do dono.
 
Ou seja, ele não estava se arrependendo verdadeiramente na forma que Deus espera de nós, com temor e tremor. Ele dizia: tenha paciência, me dá uma chance que eu vou dar um jeito; e que poderia compensar e cumprir todas as exigências que o rei tinha para ele.
 
É exatamente o que acontece com o cristão quando é pego em pecado, quando Deus mostra através do púlpito, através de profeta,…
A primeira reação é tentar bajular a Deus, o Rei. Pede outra chance, uma outra oportunidade, diz que vai mudar, que fará diferente, faz promessas e apresenta a Deus uma falsa dor. Fere o coração do Pai.
O coração ainda está duro e não houve arrependimento genuíno. Mas está falando pra Deus: me livra da derrota, não fere minha família, não acaba com a minha carreira. E fala como se pudesse compensar a Deus pelos erros que comete. Mas tudo é pela misericórdia.
Não há nada que possa compensar Deus pelos erros que cometemos. O coração de Deus foi ferido.
 
Versículo 27 – Houve um perdão movido por compaixão.
 
O rei é um homem bom; como ele poderia estar sendo enganado?
 
Se o rei tipifica Jesus, não poderia ser enganado.
 
O rei perdoa um homem que não se arrependeu de verdade e que só estava ali bajulando. Uma pessoa que não tinha noção de quão sério eram os seus pecados.
Este homem é como um ator representando uma cena sem a menor intenção de mudar e acredita estar passando uma “lábia” no rei.
O rei sabia que o servo não queria mudar, era pura emoção e tentava dar um jeito; mas não pensava em mudanças.
 
Mas, ele se compadece dele por pena? Ou por dó?
Por nada disso e, sim, porque o rei observa  que este homem estava doente. Ele começa a delirar porque achava que era algo insignificante.
 
É a mesma doença que o cristão que peca e pensa que se acerta com Deus quando chora, sempre com promessas de que irá compensar a Deus do que fez; mas esta é uma dívida impagável.
Nada do que eu fizer irá compensar o meu pecado. Ler mais a Bíblia, jejuar tudo na próxima vez que isso acontecer.
 
Por que ele foi perdoado então?
Porque Deus sabia que este homem iria passar por uma situação lá na frente que iria mostrar quem ele era e que nada havia mudado. Mas Jesus não quer perder ninguém, mesmo com este homem tentando manipular tanto.
 
Muita gente faz um voto com Deus de que irá mudar e lá fora nada acontece.
Deus tem falado repetidas vezes sobre pecados não arrependidos e nada de mudanças, o que é preocupante. Os corações devem estar duros para receber o efeito da palavra que está sendo pregada.
 
Aquele que é perdoado pela graça e acha que as suas atitudes no reino podem compensar o que fez, irá acabar se convencendo de uma mentira e de uma falsa paz. Aos seus moldes está bom viver com Deus assim; mas vive caindo e levantando e sai dos projetos de Deus, quando poderia estar ajudando a levantar àqueles que estão em dificuldade.
 
Algo novo com relação ao arrependimento é revelado:
Quando se aproximar do altar do Senhor para dizer: “Deus eu estou arrependido”, não diga só que é pela maneira equivocada de pensar, agir, falar, mas também, para se arrepender e abandonar a idéia de que poderia restituí-Lo pelos erros cometidos.
Nada, além da graça e misericórdia do Senhor, pode nos libertar.
Eu tenho de aceitar a misericórdia de Deus, pois é o único caminho onde serei liberto.
 
Nenhum mérito, acerto, o que fiz de bom pelas almas alcançadas, caridade; nada do que eu faça, nenhum esforço, santidade produzida por mim, nenhuma retidão que nasça dentro da minha alma, dentro dos meus padrões, pode equilibrar a minha conta com Ele; mesmo depois de descer às águas, ainda cometo pecado.
 
“Eu recebo a misericórdia, eu recebo a graça”.
 
Este homem perdoado recebe uma grande responsabilidade. O Ap. Paulo em Colossenses 3:12,13 diz que é ter mudança do estilo de vida, é estender a misericórdia aos que nos devem (Mateus 18:28–31).
A diferença entre o cristianismo e os outros “ismos”, é que não basta cumprir a adoração a Deus, o que é fácil, pois Deus é perfeito e maravilhoso; mas, também, amar ao próximo, pois as pessoas são diferentes umas das outras e do que nós acreditávamos que seriam. E se Deus nos aceita cheio de defeitos e tem misericórdia de nós, porque não sermos iguais a Ele?
 
Suportar é ter de tolerar as diferenças das pessoas e as coisas que nos irritam, mesmo que não gostemos.
 
Saber superar cada situação e perdoar para que o velho homem não venha se agarrar em nós de novo.
 
Versículo 32-35 – Tem horas que eu tenho vontade de voar no pescoço e esganar quem está me contrariando, mas… se eu não perdoar, Deus também não me perdoa. Se eu só ficar irritado e não amar como Deus amou….
 
Cometemos esses erros diariamente e nos achegamos a Deus com tanta facilidade como se não houvesse o peso destes pecados. Que seria de nós sem a misericórdia de Deus?
 
Quer ter paz verdadeira? Quer dar certo?
Então compreenda a dimensão do Reino e tenha uma imensidão da misericórdia e amor.
Este é um princípio para dar outros passos e conseguir cumprir os mandamentos. A palavra precisa produzir mudanças e não argumentos.
 
Deus nos espera de braços abertos.
 
Deus abençoe!
Ap. Rina – Igreja Evangéica Bola de Neve (SP)

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Estas são as perguntas que a maioria dos jovens estão fazendo diariamente, pois grande numero de jovens tem deixado seus corações se levar por pessoas que estão longe de Deus. Quero começar citando um capítulo bíblico que nos diz:

“Não vos prendais a um julgo desigual com os infiéis; porque que comunhão tem a luz com as trevas? Que parte tem o fiel com o infiel? Porque vós sois templo de Deus. Por isso saí do meio deles, e apartai-vos diz o Senhor; e não toqueis em coisa imunda; e ai sim eu vos receberei” (II Corintios 6,14 a 18).

 

Deus nos ordena que não devemos nem tocar no que está no mundo, mas o que leva ao jovem a se relacionar com uma pessoa mundana é a esperança de que com o tempo a pessoa vai se afirmar na igreja, esse é um artifício que satanás tem usado para confundir os jovens que se deixam levar pela EMOÇÃO e se esquecem de viver pela RAZÃO.

 

O que os jovens precisam aprender, é viver primeiro pela razão dos fatos para depois dar lugar para a emoção, pois a emoção poderá te cegar, a bíblia fala que enganoso é o coração do homem e em provérbios 3.7 diz: “Não seja sábio aos seus próprios olhos; teme ao Senhor e aparta-te do mal”.

 

Mas o que os jovens tem falado aos pastores é o seguinte: “Pastor, eu creio que Deus vai restaurar a vida do meu namorado (a), eu tenho fé para isso, você acha que se ele se apaixonar por mim eu não arrasto ele (a) aqui para a igreja? É obvio que uma pessoa irá freqüentar uma igreja evangélica em função de um namoro com você, o fato é que na maioria das vezes a pessoa não estará na igreja em motivo de adoração a Deus, mas sim para manter as aparências em função de um namoro, e isso poderá trazer sérias conseqüências no futuro do seu ministério.

 

Uma certa vez, uma jovem começou a namorar um rapaz do mundo e se apaixonou perdidamente por ele, todos tentaram tirar aquele rapaz da cabeça dela, mas o sentimento que tomou posse dela de forma que a cegou completamente. Ela já não dava mais ouvidos aos pais nem ao próprio pastor e continuou o namoro com a fé de que ele iria se converter, e de fato o moço ouvindo os conselhos dela foi para a igreja e aceitou Jesus. Passando o tempo, ele parecia estar firme na igreja e ela decidiu se casar com o rapaz, e após o casamento, dias depois da lua de mel, ela o chamou para ir à igreja e ele disse: “Eu nunca mais pisarei em uma igreja, eu ia até a igreja e dava glórias a Deus para segurar você até  casamento, é que eu te amava e não queria te perder… Aquela jovem viveu longos anos de angústia na alma porque deixou de viver pela razão para viver somente pela emoção, sendo assim, o jovem do qual ela se casou, nunca mais pisou na igreja.

 

A precipitação na maioria das vezes traz tristes resultados.

 

Viva somente debaixo da orientação de Deus e serás como uma árvore plantada junto a ribeiros de água, a qual dá o seu fruto na estação própria e TUDO quanto fizer, prosperará (Salmos 01.03)

 

AMADOS, NÃO SE PRECIPITEM.

DEUS TEM O QUE HÁ DE MELHOR NESTA TERRA PARA VOCÊ.

 

Cléuvis Casagrande (Conselhos do Céu)

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“Disse também o Senhor: Simão, Simão, eis que Satanás vos pediu para vos cirandar como trigo, mas eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça; e tu, quando te converteres, confirma teus irmãos.” (Lucas 22. 31-34).

O impulsivo Simão era um simples pescador até enxergar Jesus, mas o encontro com o Salvador mudou a vida daquele bruto homem. Ele deixou os peixes para seguir o criador do mar e de todas as outras coisas. Passou a se chamar Pedro e aos poucos foi se transformando em mais que um discípulo do Mestre. Amigo de Jesus, Pedro participou de momentos importantes da vida do Messias. Andou sobre as águas, presenciou a transfiguração e estava sempre pronto para servir e adorar.

Mas em um determinado momento, Jesus o chama pelo velho nome a fim de alertá-lo sobre uma possível falha em seu comportamento. Porque Pedro agora era chamado de Simão justamente por aquele que trocou o seu nome? Depois de refletir sobre o texto, entendi que Pedro e Simão eram os mesmos homens, no entanto, com características diferentes. Assim como Abrão e Abraão, Jacó e Israel, Saulo e Paulo. O velho e o novo homem, a carne e o Espírito.

Há uma guerra de vontades dentro de nós. Paulo entendia isso como ninguém e por isso escreveu: “… pois não faço o que gostaria de fazer. Pelo contrário, faço justamente aquilo que odeio”. O mesmo apóstolo nos ensina em Gálatas: “Porque o que a nossa natureza humana quer é contra o que o Espírito quer, e o que o Espírito quer é contra o que a natureza humana quer. Os dois são inimigos e, por isso, vocês não podem fazer o que vocês querem”.

Quantas vezes agimos de forma irracional e fazemos justamente aquilo que antes abominávamos. Todos os dias  temos uma escolha a fazer. Podemos decidir entre a carne e o Espírito, entre o mal e o bem e entre o velho e o novo homem. A Bíblia nos mostra a melhor opção: “Andai em Espírito, e não façais as vontades da carne”.

Você pode escolher a vida. Se porventura o fantasma do velho homem tentar te assombrar, lembre-se do que está escrito em Romanos: “…o nosso velho homem foi crucificado com Jesus na cruz, para que o corpo do pecado seja desfeito, para que não sirvamos mais ao pecado”. Nunca se esqueça que a nossa velha natureza já foi vencida por Cristo. Depois da ascensão de Jesus, Pedro nunca mais foi chamado de Simão.

Juliano Matos (Jornalista e colaborador do portal Lagoinha.com)

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“E o Senhor Deus fez brotar da terra toda qualidade de árvores agradáveis à vista e boas para comida, bem como a árvore da vida no meio do jardim, e a árvore do conhecimento do bem e do mal.” (Gn 2:9) “Mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis, para que não morrais.” (Gn 3:3) “E o Senhor Deus fez túnicas de peles para Adão e sua mulher, e os vestiu.” (Gn 3:21).

Muitos de nós em vários momentos plantamos ou deixamos que plantem em nosso coração argumentos e inverdades que nos deixam presos aos verdadeiros caminhos que o Senhor quer que percorramos.

Caminhos esses que aos olhos dos incrédulos são meras coincidências, fruto do acaso, que não têm sentido algum aos olhos mundanos e profanos de nós…pecadores. Mas Deus é um Deus de repreensão e ao mesmo tempo um Deus bom, piedoso e misericordioso.

Adão e Eva no Éden eram seres perfeitos e únicos segundo o coração de Deus. Eram racionais, sentimentais e puros. Seres que habitavam o planeta juntamente com o auxílio de Deus, tinham tanta intimidade que Deus conversava diretamente com eles. Tudo era abundante, transbordava perfeição e tudo do que precisavam tinham em mãos.

Quando o Senhor pediu que ambos não comessem da árvore do conhecimento estava dizendo para eles que não precisavam buscar fora de seus corações o conhecimento do mundo extra Éden. Deus ordenou a eles o princípio da obediência antes do pecado em si, mas em seus corações houve uma brecha e o inimigo a usou, através da serpente, para acalorar esta vontade de sair debaixo da graça de Deus. Este momento direcionou suas vidas longe da autoridade de Deus.

Eles plantaram em seus corações o desejo mundano, profano e arrogante diante do Senhor.

Quando Eva foi levada a comer do fruto proibido (fruto esse que não é maçã) eles ratificaram a criação do abismo, criaram um vácuo espiritual onde só seríamos redimidos quando Jesus morresse na cruz por todos.

Houve uma orientação do Senhor para que eles não tivessem dúvidas do caminho a seguir, mas infelizmente o fizeram…comeram o fruto da árvore, ou seja, assumiram sua independência diante do Deus todo poderoso.

Quando Deus, através do Espírito Santo, nos orienta e nos capacita a enxergar com nossos olhos espirituais, Ele nos auxilia na compreensão das diversas situações que passamos, as que passaremos e até nas situações que não passamos.

A oração e o jejum são as únicas armas que temos para nos blindarmos com o intuito de não criarmos brechas em nossas vidas. Uma mentira ou uma omissão já é combustível que damos ao inimigo para ele se infiltrar em nossas vidas.

A Palavra de Deus diz: “Sede sóbrios, vigiai. O vosso adversário, o diabo, anda em derredor, rugindo como leão, e procurando a quem possa tragar;” (1 Pedro 5:8)

Muitos de nós ainda estamos vagando, ou seja, não deixamos Deus tomar conta 100% de nossas vidas. Deixamos somente áreas onde estamos passando por alguma dificuldade ou algo parecido.

Quando Deus, no Éden, orientou que não comessem da árvore do conhecimento do bem e do mal, Ele estava querendo nos dizer que não era necessário termos a ciência que existia o mal, pois, lembre-se que antes de comerem o fruto não havia pecado!

O agir por impulso, por independência e por desobediência nos levou à condição de pecadores.

Irmãos, quando a palavra diz: “Pois eu bem sei os planos que estou projetando para vós, diz o Senhor; planos de paz, e não de mal, para vos dar um futuro e uma esperança.” (Jeremias 29:11),  nosso Deus exala toda a sua essência e bondade, toda a sua personalidade e seu coração.

Quando Deus expulsa Adão e Eva do Éden ele os abençoa cobrindo-os com pele.  Entendendo melhor: Deus os protege da maldade, das iniqüidades, das penalidades a que agora estamos expostos.

Seu amor é sublime, é complementar a toda a sua fidelidade.

Nos dias de hoje o que significaria esta cobertura de pele dito em Gn 3:21? Significa a proteção espiritual que precisamos obter hoje, significa o jejum, a oração…significa o pagar preço para sermos libertos do pecado.

Significa passarmos pelo teste do tempo, assim como Abraão demorou 25 anos para receber (confirmar) sua benção, ele creu. Mesmo sendo amigo de Deus, mesmo sendo às vezes atrapalhado, trocando os pés pelas mãos ele somente creu. Em nenhum momento teve um coração injusto, em nenhum momento duvidou da graça que o consolaria.

Deixemos de ser incrédulos, assim como o Faraó que pagou pra ver a fúria de Deus sobre o seu povo. Precisamos liberar os cativos que habitam em nós, precisamos liberar nossos temores, traumas que persistem em trazer à tona tudo o que somos; falhas, que insistem em nos trazer dificuldades banais que nos impedem de nos prostrar diariamente ao Senhor.

A infidelidade nos afasta de Deus, nos afasta da presença do Senhor e nos faz comuns aos olhos de nosso redentor.

Guardemos Seu amor em nossos corações e que fiquemos perseverantes na palavra do Senhor para sermos iguais a Abraão. Abraão não possuía fé; era a Fé que o possuía. Portanto, irmãos, deixo essa mensagem de encorajamento e de ousadia a vocês com os seguintes versículos: “Mas a nossa pátria está nos céus, donde também aguardamos um Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará o corpo da nossa humilhação, para ser conforme ao corpo da sua glória, segundo o seu eficaz poder de até sujeitar a si todas as coisas.” (Filipenses 3:20 e 21) 

Thiago Costa (Irmãos.com)

Esse texto te abençoou? Falou de alguma forma ao seu coração? Não deixe de fazer o seu comentário sobre o assunto.

 

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Imagina você num culto onde o Pastor começa orando pedindo perdão pelos pecados cometidos, entre eles, mentira, vicio, traição, prostituição. Estranho não é?

Você ficaria ouvindo a pregação de um Pastor que não vive o que prega?

O que essa pessoa teria para te oferecer? Claro que absolutamente nada.

 

Esse tipo de comportamento não é o que se espera de um Pastor, de uma pessoa que prega a Palavra de Deus. E essas atitudes desqualificam o ministério de qualquer um.

Como um homem pode guiar a outro se ele mesmo não enxerga? Como ele vai falar de salvação se ele mesmo não esta salvo? Jesus o chama de guia cego.

A autoridade das palavras de um homem de Deus está no fato dele viver o que diz.

As minhas palavras precisam ser conseqüências do meu viver.

A pessoa que crê, confessa a Fé em Cristo, mas não guarda os mandamentos, tenta ensinar outros e não vive os próprios ensinamentos, vira uma fraude, um enganador.

Assim, vamos falar sobre paternidade, sobre o papel daquele que exerce liderança, influência.

 

Temos sobre nós uma palavra onde Deus está levantando uma geração que vai exercer influência, que vai ocupar lugar de liderança na nossa nação.

Deus está levantando pais; pessoas que vão gerar e cuidar dos filhos para Ele.

Esses pais acabam imprimindo em seus filhos o seu DNA espiritual, ministerial.

Um pai transfere tudo àquilo que ele é e que recebeu de Deus.

Esses são pais naturais e pais espirituais (pessoas que falam do amor de Deus, líderes de célula, por exemplo).

 

A característica mais forte de um pai é o ensino pelo exemplo, isso porque os filhos vão assimilar muito mais o que você faz do que aquilo que você fala.

Os filhos aprendem com as atitudes dos pais. O ensinamento do pai precisa ser coerente com o que ele vive porque o que fica para os filhos é a forma de vida, o que ele é.

Imagina um pai que fuma e bebe, dizendo para o filho não fazer o mesmo. O filho acha esse comportamento normal.

E o mesmo acontece com pais espirituais, às atitudes, as dicas, elas é que ficam.

O exemplo que o pai dar, o filho recebe.

 

Você como cristão exerce algum nível de influência, de paternidade nas pessoas.

Deus te chamou para ser modelo espiritual, de retidão, de justiça, de verdade, de amor ao próximo, de obediência à Palavra de Deus, de honestidade, de confiança e aliança com Deus.

O desejo do Senhor é que a Igreja exerça uma influência positiva sobre a nação.

Jesus nos mostra isso quando diz que somos luz do mundo e sal da terra.

Estamos sendo separados para influenciar, para iluminar e mostrar o caminho, mas uma Igreja só influência positivamente uma nação quando ela tem crédito.

 

Uma Igreja que não vive o que prega vai influenciar o quê?

Segundo o IBGE, os cristãos evangélicos crescem quatro vezes mais rápidos do que a própria população e se continuar assim em 2022 o Brasil será 51% evangélico.

O número de cristão aumentando e nenhuma mudança acontecendo, a influência sobre a sociedade continua sendo zero. Para ter crédito precisamos ser modelo.

Se você aceitou o desafio de ser luz no mundo, precisa tomar algumas decisões:

 

Tirar a trave do seu olho

 

Mateus 7:3-5

“E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu olho?

Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, estando uma trave no teu?

Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão.”

 

Jesus é incisivo nessa passagem, Ele deixa claro que não suporta a hipocrisia.

A hipocrisia consiste em não reconhecer seu próprio pecado que é maior do que o pecado alheio.

A vida do hipócrita não é reta diante de Deus e ele ordena isso das pessoas que estão a sua volta.

 

Mateus 16:6

“E Jesus disse-lhes: Adverti, e acautelai-vos do fermento dos fariseus e saduceus.”

 

Como você vai apontar o erro dos outros se você não enxerga os seus?

Esta era uma das características dos fariseus, eles não aceitavam seus erros e amavam julgar e condenar o erro do próximo, fingindo interesse espiritual.

Para eles Jesus disse: Vocês engolem camelo e coam moscas, isto porque eles cometiam erros muito maiores.

Jesus sempre pedia para os Seus discípulos se auto-analisarem, para eles se olharem no espelho.

 

Devemos tratar os problemas, eliminar o pecado, vencer as tentações e depois de ter certeza que estamos enxergando bem, dizer aos outros o que devem fazer.

 

Não devemos ser como o sepulcro caiado, bonito por fora e pobre por dentro.

 

Deus tem o desejo de levantar e usar essa geração, mas Ele não admite hipocrisia.

 

E se tornar hipócrita é não ser capaz de reconhecer as próprias falhas.

 

A maior necessidade da Igreja hoje é ser representada por pessoas que vivem o que pregam.

 

Jerusalém foi uma cidade escolhida por Deus, ela é considerada santa para os judeus, muçulmanos e cristãos, nela foi construído o templo, foi considerada também luzeiro entre as nações.

E aqui temos uma palavra contra ela:

 

Sofonias 3:1-2

“Ai da rebelde e contaminada, da cidade opressora!

Não obedeceu à sua voz, não aceitou o castigo; não confiou no SENHOR; nem se aproximou do seu Deus.”

 

Deus escolheu Israel como modelo, um povo para discipular outras nações e Jerusalém era a capital espiritual de Israel. Quem olhasse para Jerusalém tinha que ver algum diferencial.

 

A fama de Jerusalém vem de milênios e isso muitas vezes lhe trazia uma falsa segurança e isso fez o povo achar que estava distante da correção.

Com isso, Jerusalém sofreu sérias conseqüências e por muitas vezes Deus precisou levantar profetas para alertar o povo.

 

Esses alertas são válidos para a nossa vida.

O povo de Jerusalém vivia um quadro de hipocrisia, porque não reconhecia seus próprios pecados.

Em Sofonias 3:1-2 podemos notar quatro traves, quatro grandes pecados:

 

1º – Não escutavam a ninguém

É como aquelas pessoas que não escutam líder, Pastor. Pessoas que dizem que não precisam escutar ninguém, que acham que a Palavra é sempre para os outros e nunca para ela. Elas se cercam por uma falsa segurança, e muitas vezes chamam obediência de fanatismo. Não vivem o que pregam.

 

Deus nos mostra como devemos ser em:

 

Tiago 1:22

“E sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos.”

 

Um dos principais objetivos do Espírito de Deus é tratar nosso caráter.

Precisamos buscar por transformação, pois nosso caráter e nosso coração precisam ser iguais ao de Jesus. Assim nossas palavras vão liberar poder.

 

2º – Não aceitavam disciplina

 

Você acha que vai andar com Deus fazendo as coisas do seu jeito?

 

Provérbios 3:11-13

“Filho meu, não rejeites a correção do SENHOR, nem te enojes da sua repreensão.

Porque o SENHOR repreende aquele a quem ama, assim como o pai ao filho a quem quer bem.

Bem-aventurado o homem que acha sabedoria, e o homem que adquire conhecimento;”

 

Jó 5:17

“Eis que bem-aventurado é o homem a quem Deus repreende; não desprezes, pois, a correção do Todo-Poderoso.”

 

Hebreus 12:11

“E, na verdade, toda a correção, ao presente, não parece ser de gozo, senão de tristeza, mas depois produz um fruto pacífico de justiça nos exercitados por ela.”

 

Educar filhos nos ensina muito sobre o relacionamento com Deus. Como pais devemos impor limites, e muitas vezes precisamos mudar a linguagem.

Com Deus também é assim se você fingir que não está ouvindo a correção, Ele vai usar outra linguagem.

Porque Deus se faz entender, porque Ele nos ama e não quer nos perder.

É ai é que você vê as situações te espremendo, Deus está te conduzindo para o lugar onde você deveria estar, de onde você não deveria ter saído.

 

3ª – Não confiavam no Senhor

 

Incredulidade é um pecado. Deus matou os incrédulos no deserto porque eles não conseguiam enxergar uma continuidade dos projetos de Deus.

Eles ficaram cegos por causa do medo do futuro. A dúvida do amanhã fazia com que eles esquecessem o que Deus havia feito ontem, e esse comportamento irritava ao Senhor.

 

A obra de na sua vida esta somente começando.

Deus é fiel para completá-la.

Ou você confia ou você não confia.

Quando Deus te chama e te da uma orientação, creia e obedeça porque Ele vai te suprir, cuidar das suas necessidades.

Deus vai te abençoar, Confie.

 

Creia e você verá a Glória de Deus.

 

4º – Não se aproximavam de Deus

 

O povo não se achegava a Deus.

A proximidade traz temor e isso faz com que façamos tudo pensando em Deus. Você se preocupa com a opinião de Deus e não dos homens.

 

Quem teme a Deus não consegue mentir, enganar, manipular, roubar, não age com injustiça, porque sabe que vai prestar contas a Deus.

Deus vê todas as coisas e terrível coisa é cair nas mãos do Senhor.

Quem teme a Deus tem compromisso com o que fala, procura não pecar e se pecar procura conserto diante de Deus.

 

Não seja pedra de tropeço para ninguém. Não se esconda atrás de uma capa, tire a trave de seus olhos, tema a Deus e Ele ira te abençoar.

 

Deus Abençoe,

 
Ap. Rina – Igreja Evangélica Bola de Neve

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Pedimos a Deus que Ele  nos permita conhecer as coisas espirituais. Há algo muito mais concreto do que podemos ver.
Anjos, Querubins, Serafins adoram a Deus.
A Bíblia fala do Reino de Deus, estruturado e com leis, porém há o reino das trevas que devemos saber combatê-lo. Também do Espírito que não vemos, mas está em nós e queremos saber mais.
Há uma tendência em crermos somente no que podemos ver, e, por isso, muitos se voltam para a idolatria (fotos, quadros, imagens). É a mesma razão pelas quais muitas pessoas dão valor ao dinheiro, porque é  real, palpável e dá poder.
 
João 9:29 – a Bíblia diz que temos que ter “FÉ”, porque precisamos dessa realidade de entendimento e experiência. Queremos conhecer a Deus, porque o conhecê-Lo nos fortifica e nos aproxima dEle, abre os nossos olhos. Quanto maior o convívio, maior a intimidade.
 
Deus nos chamou e nos propôs uma longa caminhada para a obra se cumprir!
 
Deus é nossa motivação e combustível, sem Ele estamos fadados à seca espiritual.
A razão pela qual estamos na Igreja é para buscá-Lo em todas as áreas, quanto mais próximos estamos dEle e que cada dia nos revela sempre algo novo.
Na busca, Deus permite se revelar de forma gradativa e isso “só” para quem O ama e quer que gastemos tempo com Ele.
Jesus Cristo pregava por parábolas e os discípulos nunca entendiam nada e ficavam indagando.
 
Jesus quer que nos acheguemos a Ele para nos revelar.
 
Direto, incisivo, Jesus falava direto como um pai que estava perdendo a paciência com o filho.
 
MALAQUIAS 1:6-14
 
Malaquias foi o último profeta do Antigo Testamento, após isso Deus fica um período de silêncio.
Há uma página em branco entre o Antigo Testamento e o Novo Testamento. Foi um período de 400 anos que Deus se cala, em que Ele não usou seus profetas para trazer conserto ao povo. Foram 400 anos de silêncio profético, até surgir João Batista.
Malaquias quer dizer mensageiro de Deus que sucedeu Neemias. Assim como todos os profetas, ele também foi levantado por Deus para falar ao povo.
O povo vivia uma decadência após Neemias, época que apesar da cidade estar constituída, o povo começa a viver na apostasia (culto sem vida), faziam cultos que não agradava a Deus.
Malaquias chega para confrontar o povo, não de forma simples, mas como um julgamento em tribunal com direito a defesa e tudo.
O profeta se volta ao povo com um apelo apaixonado para mostrá-los o erro.
Deus diz que o povo não O estava agradando. As ofertas de adoração não chegavam ao altar do Senhor. Era o povo amado, Deus cuidou deles, mas mesmo assim se tornaram rebeldes e “capengavam” espiritualmente.
 
Deus não via valor no culto do povo.
 
Este texto serve de alerta para nós. O povo estava bem e perdeu a constância.
Quantas informações temos de povos que buscavam o avivamento e hoje estão mortos.
Nós não queremos ser uma instituição religiosa.
 
A passagem nos atesta:
 
1º) Deus está dizendo: “Eu sou o Senhor”
O povo estava com a liderança corrompida (a apostasia começa na liderança).
Os sacerdotes haviam perdido a vida com Deus, ensinavam o que era certo, mas caminhavam para outro lado, não viviam o que pregavam.
O julgamento para liderança será outro. Os liderados serão reflexos e influenciados pelos líderes e pecados os atingirão.
 
Se pregarmos uma coisa e vivemos outra, eles terão sérios problemas.
 
O nosso relacionamento com Deus é muito mais importante do que o nosso servir.
Como líderes, temos que ser exemplo e não pedra de tropeço.
 
2º) A liderança começa a racionalizar.
“Deus, em que temos te profanado?”
Pecar e fingir que não está pecando. São aqueles que lutam contra a correção, não a aceita por causa do coração endurecido e não há arrependimento.  São ministrados pelos irmãos, as Palavras falam, mas mesmo assim, não se consertam.
 
Se Deus mostrou o erro, se conserta e pronto! Seja humilde!
 
O povo continuava pecando e achavam que estavam certos.
Versículos 8-10: Temos um Pai que está dizendo que a intenção é boa, mas não é assim.
As ofertas não estavam de acordo devido ao defeito dos animais. Não estavam de acordo com a lei do holocausto, onde o animal deveria ser puro, sem defeito. Se o governador não aceitaria, porque Deus deveria aceitar?
 
Apesar de não sermos um País patriota, respeitamos as nossas autoridades porque sabemos que elas são constituídas por Deus.
 
O Rei dos reis entra na Igreja e nós não temos a mesma reverência.
 
Os presentes eram ofertas. Era isso o que Deus dizia.
A oferta é honrar a Deus, o culto é honra dada a Deus.
Deus disse que não queria, porque o que ofereciam eram restos; não era a primícia que honrava a Deus!
 
A oferta que trazemos em mãos deve revelar o nosso coração;
 
OFERTA =  HONRA
 
Não podemos pensar que estamos oferecendo uma ajudinha para a Igreja com a nossa oferta. Deus não precisa do nosso dinheiro porque ele é o dono da obra e levanta quem Ele quiser para abençoar.
 
O que honra a Deus não é esmola e sim o que é primícia.
 
3º) A vida do adorador tem que vir antes para agradar a Deus.
Se não prestarmos atenção nos alertas de Deus, teremos uma grande tendência à apostasia.
 
Versículo 10: Deus prefere as portas fechadas da Igreja, se dentro dela não houver algo de valor no nosso coração (1 Samuel 15:22 / 1 Samuel 1:13 / Amós 5:21/ Mateus 15:8)
 
O que é pior que o desprezo ao culto?
Obra feita relaxadamente, cansa…
Cultuar a Deus na carne, cansa…
Fazer a obra na carne, cansa…
 
Somos repudiados por Deus no desprezo ao culto.
 
Deus espera ser honrado, Ele é rei e quer ser honrado, Ele quer ser amado.
Deus abençoe!
Ap. Rina – Igreja Evangélica Bola de Neve

esta-consumado

A cruz é o centro da fé. A cruz é a graça inaugurada.
A cruz deve ser o centro de nossa vida, se queremos que a graça nos seja suficiente.
Há um hino que afirma: “Eu amo a mensagem da cruz”. E que mensagem é esta?

1. A cruz nos mostra que nosso pecado nos separa de Deus.
Isaías disse aos seus contemporâneos: “as suas maldades separaram vocês do seu Deus; os seus pecados esconderam de vocês o rosto dele, e por isso ele não os ouvirá” (Isaías 59.2).
Na verdade, esta era a situação da humanidade até Jesus fincar no Calvário a cruz e morrer nela. Aprendemos na Bíblia que o nosso pecado original nos separa totalmente de Deus, até que nos arrependamos. Também aprendemos que o nosso pecado atual nos separa de Deus, até que o confessamos e somos perdoados.

2. A morte de Jesus na cruz foi uma necessidade, para pôr fim à ira de Deus, que alcançou plenamente seu objetivo: o de nos permitir a paz com Deus.
Com isto, a “ira de Deus” (a rejeição divina ao pecado humano) foi aplacada (tornada sem efeito, pela própria vontade e providência de Deus). Por isto, “quem crê no Filho tem a vida eterna; já quem rejeita o Filho não verá a vida, mas a ira de Deus permanece sobre ele” (João 3.36). Na cruz, “Cristo nos amou e se entregou por nós como oferta e sacrifício de aroma agradável a Deus” (Efésios 5.2). Desde então, “tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo” (Romanos 5.1).

3. Na cruz Deus se identifica conosco.
O Pai se torna humano e sofre a nossa dor. A morte do Filho foi algo real e não uma representação.
Jesus no jardim Getsêmani, orando, é Deus se identificando conosco. Choramos? Jesus chorou. Tememos? Jesus temeu. Sentimo-nos abandonados? Jesus se sentiu abandonado. Somos atacados, açoitados, magoados? Jesus foi atacado, açoitado, magoado.
O Deus que se inclina, como aprendemos no Antigo Testamento (Daniel 9.18), se identifica com a nossa dor. A explicação para o sofrimento humano, como o experimentado por Jesus e por todos os seres humanos, não é uma explicação: é uma vivência divina. Deus viveu o nosso drama. Ter um Deus que sofre conosco é a mensagem da cruz.

4. Devemos morrer em Jesus, aceitando o seu sacrifício por nós.
Na cruz, “Deus ofereceu [Jesus Cristo] como sacrifício para propiciação mediante a fé, pelo seu sangue, demonstrando a sua justiça” (Romanos 3.25a).
Aceitamos seu sacrifício quando confessamos o nome de Jesus como nosso Salvador (renúncia) e Senhor (compromisso). O que devemos é, “por meio de Jesus”, oferecer “continuamente a Deus um sacrifício de louvor, que é fruto de lábios que confessam o seu nome” (Hebreus 13.15).

5. Devemos nos santificar permanentemente.
“Fomos santificados, por meio do sacrifício do corpo de Jesus Cristo, oferecido uma vez por todas”. Por isto, “se continuarmos a pecar deliberadamente depois que recebemos o conhecimento da verdade, já não resta sacrifício pelos pecados, mas tão-somente uma terrível expectativa de juízo e de fogo intenso que consumirá os inimigos de Deus” (Hebreus 10.10, 26-27).

6. Devemos dizer que está doendo quando está doendo.
Diante da história de cruz, devemos ter a mesma atitude de Jesus diante do sofrimento. Ele, que pediu “passe-me” e disse que estava pronto, enfrentou o sofrimento, experimentando-o e gritando que doía.

7. O Deus que abandonou Jesus não nos abandona; logo, podemos confiar nEle, buscar por Ele, esperar nEle.  
Por um instante, Deus abandonou Jesus por causa do nosso pecado, mas aquele abandono se tornou vicário e não somos mais abandonados. Depois, Deus providenciou o cuidado pleno para Jesus, com seu corpo sendo perfumado, até ter ressuscitado e levado ao céu, onde está exaltado à direita de Deus, intercedendo por nós.
Então, tudo podemos em Jesus (Filipenses 4.13).

Pr. Israel Belo de Azevedo – Igreja Batista de Itacuruçá, Tijuca (RJ)

pecado
2 Samuel 12:7-15

 

Um grande privilégio dos pastores é acompanhar um povo levantado por Deus e testemunhar evidências e acontecimentos do poder de Deus. Em tempo recorde, vidas têm sido regeneradas, separadas, se tornado amigos de Deus e seus ministérios alcançam prosperidade espiritual admirável.
Temos acompanhado e vivido isso. Porém, enquanto uns nos arrancam suspiros, outros praticamente têm dado outros tipos de testemunhos e nos levam a dizer “misericórdia”.
 
E nós? Se alguém ficar um tempo sem nos ver, dirá: glória a Deus ou misericórdia?
 
Este despertar espiritual que vemos em algumas pessoas está à disposição para todos nós desde que venhamos a enfrentar a dolorosa via do arrependimento.
 
Uma coisa é se arrepender de pecados latentes; outra é entrar na dimensão do verdadeiro arrependimento.
 
Muita gente fica confusa e se pergunta: Como assim? Como me arrepender de novo se eu já me arrependi dos meus pecados?
 
Uma coisa é nos arrependermos de pecados que cometemos em certas áreas das nossas vidas; é como resolver parte do que precisa ser resolvido diante de Deus, ou seja, pecados que nunca mais irão me tentar. Mas há áreas que ainda nos fazem pecar; isso significa que ainda não entramos em uma dimensão verdadeira de arrependimento. São pecados ocultos que não estão escondidos dos olhos de Deus.
Essa brecha se torna em algo que não nos deixará alcançar nossas metas e objetivos. Muitos de nós que cremos, desejamos, precisamos, oramos e sabemos que as bênçãos já foram liberadas e que Jesus já morreu por elas; mas elas não chegam até nós porque não chegamos à dimensão de verdadeiro arrependimento.
 
São pastores, líderes de células e vidas que foram levantadas por Deus, foram enviadas, mas não passaram por um verdadeiro arrependimento; mesmo assim, cuidam de vidas e pastoreiam. Contudo, existem áreas fracassadas que impedem que ministrem sobre todas as coisas com liberdade, porque ainda estão cativos e não conseguem libertar ninguém, pois só conseguem falar sobre aquilo que têm vitória. São pessoas que não vivem a plenitude do poder de Deus.
 
Se abrirmos a Bíblia no livro de Joel 2:12,13 veremos que Deus espera que o seu povo se volte à Ele com jejum e oração, que busque Sua face e não que somente rasgue suas vestes para simbolizar um arrependimento externo mas, sim, que não admitam o pecado e espera a transformação deste mundo. Deus é tardio em irar-se e nos dá chance de arrependimento e de nos aproximar do Seu altar e ali encontrar misericórdia, e não castigo.
Agora analisaremos um trecho bíblico, o mais tradicional e conhecido; porém, não o que fala sobre a relação homem de Deus, pecado e arrependimento.
 
Fazendo um pano de fundo:
 
O livro de Atos 13:22 concede a Davi o título de “homem segundo o coração de Deus”, o que nos leva a crer que este homem fez tudo o que agradava a Deus. Mas, sabemos que isso não é verdade porque conhecemos a história e sabemos que Davi falhou, errou, caiu e centenas de vezes esta cena se repete. Temos muitos exemplos de vidas na história que começaram bem, mas em determinado período a pessoa se sente cheio; começa humilde, é abençoado por Deus, exerce liderança, é prospero, estabelecido e realizado, mas começa a se sentir inatingível, acima do bem e do mal e, ao mesmo tempo, insatisfeito. Acha que o cotidiano está sem graça e que a vida está uma mesmice e acredita que a sua família o sufoca, talvez estressado por muito trabalho e resolve dar um tempo na varanda.
Foi o que aconteceu com Davi, ele sentia tudo isso e também foi dar um tempo por se sentir com muita responsabilidade; então, foi pra varanda e viu Batseba.
Temos muito que aprender, inclusive com a sua falta, porque um homem aprende com seus antecessores. Davi é pego com espírito de sensualidade que veio para destruí-lo. Não caiu da noite para o dia; caiu porque permitiu que Satanás lançasse sementes em seu coração e com isso tornasse seus olhos maus. É quando um homem de Deus aceita cobiçar um pouquinho. Davi tenta resistir àquela imagem que deu espaço para Satanás agir na lascívia umas duas vezes; mas fica com vontade de olhar novamente, até que depois de certo tempo já está convidando Batseba para visitá-lo.
 
Varanda quer dizer que você está na hora e no lugar errados. É o tempo “a mais” que você se deixa levar:
 
Computador, TV, festinha social que damos lugar para o “algo a mais” e etc.
 
Davi só queria uma aventura; mas houve conseqüência do seu pecado que se transformou num enorme problema e ele tenta através de mecanismo humano resolver a situação.
A situação chega aos céus e Deus levanta o profeta Natã para mostrar o quão grave era o seu pecado e que de maneira humana não iria resolver aquela situação.
 
Deus não tem filhos preferidos; os “conforme seu coração” são os que fazem Sua vontade
 
Davi não era diferente de nós, ele era segundo o coração de Deus porque fez a Sua vontade e se fizermos também o seremos. Significa que Deus não irá passar a mão na cabeça e cobrir seus pecados; Ele usa os seus para alertar a voltar ao caminho e a mensagem do profeta está dizendo que se não houver arrependimento, o problema se agravará.
 
2 Samuel 12:7-15
Davi, como muitos, achou que iria esconder seus pecados e que continuaria vivendo como se nada tivesse acontecido. O profeta traz a ficha com o pecado que Davi pensava ter se livrado e que ele não ficaria sem as conseqüências e as mostra para que ele se lembrasse de onde Deus o havia tirado.
 
1º conseqüência: vem sobre a área financeira (vs 8).
A Bíblia conta tudo o que Deus fez para Davi, que teria feito tais e tais coisas e que teria dado se Davi não tivesse pecado:
 
Adultério traz conseqüência na área financeira
 
Adultério traz falência; isso não significa que todos que faliram foi por adultério, pois há situações em que Deus te leva a uma situação de falência para depois te erguer e te dar autoridade para pregar sobre aquilo que você viveu. Mas falamos daquele que trilhou uma vida de adultério, sendo conhecedor do que é adultério diante de Deus e, mesmo assim, comete conscientemente.
Pode não ser na hora, porque o salário do pecado é a morte, e o salário não vem na mesma hora, vem depois de um tempo.
Em uma época produtiva, seja homem ou mulher, quando existe autoridade sobre sua vida estas autoridades espirituais se achegam a estas pessoas porque querem a autoridade e o domínio que está sobre elas. É uma entidade que vem com espírito de sedução para destruir anos de esforço. Por isso ouvimos que homens de Deus e vidas sendo destruídas por um passo em falso. É um risco que vivemos.
A infidelidade conjugal é hoje um dos maiores problemas da nossa sociedade e em algumas regiões os números são assustadores.
Por que uma sociedade, uma cidade, pode ser afetada por um divórcio?
Porque traz conseqüências nos sentimentos. Muitas pessoas desistem e muitas com fé em Deus são abaladas nas sua crença. O lar fica desestruturado, as pessoas caem em um ritmo de balada, os filhos se afundam nas drogas e ficam sem referência familiar e se tornam rebeldes.
 
Davi não podia mais ser abençoado porque seu pecado o paralisou e ele foi culpado por não receber as bênçãos.
 
2º conseqüência: traz a espada (vs 10).
Davi foi mentor intelectual de um crime.
Quando ocorre uma relação extraconjugal e acontece uma gravidez, geralmente esta gravidez é indesejável, e uma solução que encontram é o aborto.
Aborto é prática abominável diante de Deus, é roubar o direito à vida, é assassinato, é sangue inocente derramado. Está ligado à mãe, mas é uma vida independente do cordão, da placenta.
No Salmo 51 Davi ora a Deus para que o livre dos pecados de sangue.
 
3º conseqüência: traz vergonha e destruição familiar (vs 11b).
Deus está dizendo que Davi pecou com uma mulher, mas sua descendência sofreria a conseqüência dez vezes mais e todos ficariam sabendo. Davi viveu a vergonha de ver sua família abalada e ver seu filho deitando com as concubinas que eram dele. Deus avisou que viria à tona e que seria exposto.
 
4º conseqüência: maldição familiar (vs 11).
Salomão, seu filho, pecou por causa de mulher e o reino começou a ser dividido.
Mas Deus estava dizendo que havia uma saída. Na hora que Davi vê tudo desabar, resolve confessar o seu pecado. O Salmo 51 foi lido no templo, a confissão dos pecados de Davi se tornou pública.
 
Parece que confessar pecado é se expor, segundo o que o diabo vem colocar nas nossas mentes e nos deixa com medo do que pode acontecer com a confissão, qualquer que seja a situação.
Há situações que vivemos onde parece que estamos nos expondo; mas Deus nos agarra e diz que não irá nos perder. Talvez, temos de ficar marcados; mas isso é para que não sejamos tragados.
O pecado Deus perdoa; apesar do perdão, as conseqüências precisam ser administradas.
 
Nada muda o que Deus determinou (vs 15-18;20).
Se pecarmos, erramos! Deus nos perdoa; mas precisamos pedir para Ele nos dar estratégias para passar pelas conseqüências do que fizemos, para poder passar o mais rápido possível por esta fase que não tem como mudar esta realidade. Temos de passar pelas conseqüências.
Davi perdeu o filho, e nós podemos perder: ministério, casamento, emprego ou o que nem acharíamos que poderíamos perder.
 
A Bíblia diz no Salmo 32:1,2 que o homem que não tem nada que possa condená-lo é bem-aventurado.
A confissão breca todas as maldições e traz restauração, cura e libertação.
A prova de que Davi se arrependeu foi que nunca mais caiu no mesmo pecado.
Esta é a diferença entre arrependimento e remorso.
Quando nos arrependemos, sentimos dor, aquilo dói e não tememos perder coisas; tememos ferir o coração do Pai, porque o que dói é perder a intimidade com Deus.
 
Não tenha dificuldade em se concentrar, porque esta palavra pode ser exatamente para quem está divagando e não está conseguindo se concentrar no que Deus está dizendo.
 
Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada e cujo pecado é coberto.
 

Deus abençoe

Ap. Rina – Igreja Evangélica Bola de Neve