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fazendeiro

“Tudo tem a sua ocasião própria, e há tempo para todo propósito debaixo do céu” (Eclesiastes 3:1).

Que bem faria, ao fazendeiro, ficar zangado com sua plantação por demorar mais a produzir as frutas do que ele imaginava que demoraria? Sua raiva de nada adiantaria. Não produziria nenhuma modificação em sua plantação. Ele não tem poder para apressar o amadurecimento das frutas. Da mesma forma que o fazendeiro põe em prática a sua paciência e longanimidade esperando pelo tempo certo da terra produzir o seu fruto, devemos nós esperar pela presença do Senhor.

Nós, seres humanos, somos muito apressados. Não sabemos esperar por nada. Qualquer atraso, seja do que for, nos irrita e tira a nossa paz. Queremos tudo na hora, ou até “para ontem” como muitos dizem. Esquecemos que a paciência é uma virtude, um dom divino, uma maneira de viver muito mais abundantemente.

Quando temos um sonho a realizar, queremos que aconteça na hora por nós determinada. Quando enfrentamos uma dificuldade qualquer, queremos que seja solucionada imediatamente. Não aceitamos nem alguns minutos a mais. Quando oramos pedindo uma bênção, cremos que ela virá no mesmo instante e, caso isso não aconteça, começamos a murmurar pelo descaso e indiferença de Deus.

Mas não deve ser desta forma. Assim como os frutos têm um tempo próprio para crescer e madurar, todas as demais coisas têm seu tempo determinado para acontecer. O nosso Deus é soberano. Ele sabe o tempo certo. Ele tem coisas maravilhosas para nós mas, não é dirigido por nossa vontade.

Se você está esperando com ansiedade uma bênção do Senhor, não desanime. Seja paciente que ela logo chegará.

 

Pr. Paulo Roberto Barbosa – I. B. em Vila Gerti – São Caetano do Sul (SP) 

amanhecer1

As promessas do Senhor são confiáveis e infalíveis. Entretanto, muitas pessoas que enfrentam situações difíceis enquanto esperam que aquilo que Deus prometeu cumpra-se em sua vida, costumam perguntar: “Por que as promessas do Senhor não se realizam da maneira como desejamos, e no tempo que achamos ideal, propício?”. Elas não entendem porque às vezes as circunstâncias caminham na contramão das vitórias que Deus prometeu.

Quando você estiver passando por adversidades, lembre-se de que “todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados pelo seu decreto” (Romanos 8.28).

Mesmo que a vida delineie diante de você um panorama de adversidades, de contradições, de situações conflitantes e difíceis, mantenha-se firme na fé, jamais duvide das promessas e da fidelidade do Senhor.

Continue confiante no plano de Deus para sua vida, mesmo sentindo que uma forte ventania e uma grande tempestade o têm envolvido. De acordo com as promessas de Deus, era para estar soprando uma brisa suave. Mas não se deixe abalar. Se o vento é fortíssimo e atrapalha a sua caminhada, não se esqueça de que você tem promessas de Deus, e que Suas promessas não falham. Tudo o que está acontecendo agora é circunstancial, é momentâneo. As dificuldades cessarão.

Mesmo que você esteja debaixo da correção de Deus, não deve esquecer que o Senhor é bom, e que as suas misericórdias duram para sempre. O salmista Davi nos chamou a atenção para isto:

“Porque não passa de um momento a sua ira; o seu favor dura a vida inteira. Ao anoitecer pode vir o choro, mas a alegria vem pela manhã” (Salmos 30.5-6, ARA).

As promessas do Senhor são infalíveis. Espere com fé, pois Ele não se esqueceu de você. Em Isaías 55.8, o Senhor diz:

“Porque os meus pensamentos são mais altos do que os vossos pensamentos”. (Isaías 55.8)

As circunstâncias adversas que surgem antes que as promessas de Deus se cumpram têm que ser consideradas segundo a ótica de Deus, e não segundo a visão limitada do ser humano. Não sabemos nem temos a capacidade de pensar como Deus. Somente após uma entrega total de nossa vida a Jesus é que poderemos “ter a mente de Cristo” (1 Coríntios 2.16). Só então entenderemos porque a vontade de Deus prevalece acima das contradições da vida.

Pr. Silas Malafaia – Assembléia de Deus na Penha (RJ)

* Trecho da mensagem A vontade de Deus e as contradições da vida, pregada no 11º Congresso Pentecostal Brasileiro Fogo para o Brasil.

planta

Porque toda semente precisar morrer para gerar vida e frutificar

Todos nós, em algum tempo de nossa vida, já esperamos ou esperaremos por alguma coisa. Por um emprego, um amigo, uma cura, um casamento, um filho… Por mais que já tenhamos realizado inúmeros sonhos em nossa vida, muitos outros certamente virão. Sempre teremos a necessidade de algo novo, pois quanto mais temos, mais queremos. E nesse anseio, esperamos.

Esperar requer tempo – tempo este que nem sempre depende de nós e que muitas vezes não estamos dispostos a esperá-lo. Esperar requer fé, o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que não se vêem. Esperar requer, sobretudo, confiar em Deus que, muitas vezes, trabalha em silêncio.

Aqueles que entendem o propósito da espera são capazes de esperar com alegria a despeito do quão difícil isso seja, porque se fortalecem em Deus. Outros, no entanto, aprendem da maneira mais difícil, porque tentam “apressar Deus”, acreditam que podem ajudar Deus a agir, e o resultado é sempre desastroso.

A Palavra do Senhor nos revela, no Salmos 103.14, que ele conhece a nossa estrutura e sabe que somos pó. Somos tão frágeis! Você já viu como o dicionário define a palavra “pó”? Como “uma finíssima partícula de terra seca; qualquer coisa sólida que foi submetida a moagem, a trituração”. Assim somos nós: terra seca, sedenta de água, moídos e triturados.

Nessa nossa fragilidade, somos desafiados a esperar o tão sonhado emprego, o tão sonhado casamento, o tão sonhado filho. É por isso que há uma promessa maravilhosa nos Salmos 126 dizendo que quando o Senhor nos trouxe do cativeiro de volta a Sião ficamos como quem sonha, porque nossa língua se encheu de cantos de alegria e assim os povos diziam “grandes coisas fez o Senhor por nós e por isso estamos alegres”.

Nossa vida de espera, está debaixo da lei espiritual que diz que tudo aquilo que o homem semear, isto também ceifará (Gl 6.7). É uma questão de escolha. Se esperamos no Senhor, do Senhor receberemos. Se esperamos do mundo, do mundo receberemos. No entanto, Deus quer vivamos a promessa do Salmos 126, que diz: “Os que semeiam em lágrimas segarão com alegria. Aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará, sem dúvida, com alegria, trazendo consigo os seus molhos.” (Salmos 126.5-6).

Temos que ser como sementes que, para brotarem, têm que morrer. Para brotar, a semente precisa crescer e se tornar uma árvore; precisa ser bem cuidada, necessita de água, de calor, de oxigênio, de elementos que darão a vida para que ela sobreviva, cresça e dê muitos frutos. Assim como a semente depende de alguém que cuide dela a fim de que ela cresça, assim também nós dependemos do Senhor – da sua luz, do seu calor, do seu sopro para crescermos e darmos frutos no tempo devido. Tudo é uma questão de tempo. A diferença entre nós e uma simples semente é que ela não tem vontade própria, ou seja, ela não tem como dizer ao seu Criador: “Não quero que você cuide de mim”. Nós, porém, temos esse poder de decisão. Quando esperamos algo de Deus, dizemos a ele: “Está demorando demais. Não quero que cuide de mim, posso me virar sozinho”. Nós buscamos isso, e isso é o que vamos colher.

Quais são as nossas condições hoje para recebermos a promessa? Será que estamos prontos para recebermos aquilo que Deus já reservou para nós? Você está preparado para colher os frutos da promessa? O que você fará depois com eles?

Muitos quando recebem uma bênção, se esquecem de Deus, de continuar buscando a presença dele, de forma intensa, quando o faziam no período de espera. Será que podemos dizer: “Senhor, muito obrigado por esta bênção. Continuo confiando em ti. Agradeço por continuar a confiar em mim!”?

É preciso morrer como a semente. Morrer para si mesmo e ter a esperança de colher os frutos no tempo devido. Morrer para o mundo, se ver como pó; crer e esperar que a bênção de Deus enriquece e não acrescenta dores.

Quem há de morrer para a própria vontade a fim de que se manifeste a glória e o poder de Deus?

Jaqueline Santos – Ministra de Louvor da Igreja Batista Ministerial da Família (SP)